Sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Leixões X Boavista - ANTEVISÃO

Os "onzes" prováveis são:

Leixões - Beto; Filipe Oliveira, Nuno Silva, Élvis e Ezequias; Pedro Cervantes, Bruno China e Hugo Morais; Jorge Gonçalves, Roberto e Diogo Valente

Treinador: Carlos Brito

Boavista - Peter Jehle; Gilberto; Ricardo Silva, Marcelão e Brayan Angulo; Fleurival, Luís Loureiro e Jorge Ribeiro; Laionel, Fary e Mateus 

Treinador: Jaime Pacheco

Depois da importantíssima vitória da última jornada frente ao Paços de Ferreira, o Boavista volta a defrontar um rival directo na luta pela fuga à "zona perigosa" da classificação, num duelo em que, se ganharem, os "axadrezados" garantem, praticamente, a manutenção (e poderão, quem sabe, pensar em objectivos mais ambiciosos...). Será, obviamente, um "derby" do Grande Porto disputado com muita intensidade, depois do empate da primeira volta (num encontro com momentos de bom futebol e oportunidades de golo, mas acabou por não ter golos, num desfecho que, na altura, agradou, claro, muito mais aos visitantes). Agora, o BFC tem, a seu lado, o facto de ter encontrado maior estabilidade em termos de opções no "onze" titular (visto que, à 4.ª jornada, havia ainda poucos "automatismos" numa equipa boavisteira construída "aos poucos" durante o período de transferências; além de que, por exemplo, Jorge Ribeiro jogou a lateral-esquerdo, Peter Jehle sentou-se no "banco" de suplentes e Gajic e Bangoura - que já não fazem parte do plantel - foram titulares), enquanto que o Leixões, que já conseguiu surpreender em algumas ocasiões (nos empates na Luz e em casa com o Sporting e na goleada imposta, no Estádio do Mar, ao Braga), terá a pressão de saber que, se perder este encontro em casa, ficará numa situação bastante complicada em termos classificativos. Por outro lado, a formação leixonense tem a seu favor a motivação de receber, quase 20 anos depois, o Boavista no seu estádio, "ressuscitando" uma rivalidade antiga.

Para o desafio de hoje, ambos os treinadores (que se conhecem bem, dado que, no Rio Ave, Carlos Brito foi jogador de um Jaime Pacheco na fase inicial da sua carreira como treinador) deverão apostar no seu esquema táctico preferido: o 4-3-3. No BFC, ficam as dúvidas sobre quem jogará na posição mais recuada do meio-campo (Diakité tem sido o habitual titular, mas, frente ao Paços de Ferreira, a entrada de Luís Loureiro para o lugar do maliano - muito infeliz nesse encontro - permitiu estabilizar a equipa em termos defensivos), no lado esquerdo da defesa (Brayan Angulo esteve muito bem, na segunda parte frente aos pacenses, a lateral-esquerdo e pode ter "agarrado" o lugar na equipa, mas Pacheco poderá optar por uma solução mais conservadora, atribuindo essas funções a Moisés) e no ataque - se Laionel tem o lugar garantido face ao "hat-trick" da última ronda, Mateus ou Zé Kalanga, ambos regressados da CAN, um dos dois jogará no outro flanco (Zé Kalanga esteve muito mais em evidência do que Mateus na competição africana, mas regressou mais tarde ao trabalho com o plantel do BFC, o que poderá dar uma certa "vantagem" a Mateus), sendo que não é de descartar a possibilidade de jogarem os dois, surgindo Mateus no centro do ataque (relegando Fary para o "banco", numa intenção clara de tentar surpreender o Leixões com ataques rápidos).

Quanto ao Leixões, não há grandes dúvidas quando ao "onze" titular, mas o Boavista não pode deixar de ter em atenção que Carlos Brito poderá lançar, durante a partida, jogadores como Jaime e Vieirinha, que podem desequilibrar na fase final do encontro.

Para o encontro de logo à noite, o Boavista terá de procurar ser, em termos ofensivos, uma equipa mais próxima do que tem feito em casa (o BFC é um dos ataques mais concretizadores na condição de visitado - com 19 golos em 10 jogos - mas apenas tem dois tentos apontados em 8 encontros fora do seu estádio), evitando jogar com os sectores demasiado distantes e com fraca ligação como aconteceu frente ao Marítimo. Ganhar o meio-campo (procurando dar o mínimo de espaço a Paulo Machado, elemento fulcral na organização do jogo ofensivo leixonense) e dar alguma liberdade a Jorge Ribeiro, para que este possa lançar com qualidade o trio ofensivo da equipa, abrir espaços e, por vezes, ensaiar o remate, serão factores importantes para que o Boavista consiga dominar o jogo e criar situações de golo. Em termos defensivos, os "axadrezados" deverão apresentar maior coesão e solidez nas marcações (de modo a evitar sofrer golos de forma infantil como muitas vezes tem acontecido esta época), evitando que Roberto (ponta-de-lança fortíssimo no jogo aéreo) possa ser servido em boas condições. Atenção, também, à capacidade de Diogo Valente no remate e nos cruzamentos e às diagonais de Jorge Gonçalves (bastante rápido e evoluído tecnicamente e capaz de aparecer com perigo na grande área). Consiga o Boavista ser uma equipa sólida e, acima de tudo, personalizada e sem medo de assumir o jogo e poderá arrecadar a primeira vitória fora, num duelo de exigência e importância elevadíssimas.

FORÇA BOAVISTA!!!



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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
Liga Intercalar: Boavista 1 - Gondomar 1

Equipa na 1ª parte: Carlos; Ivo, Bruno Pinheiro, Diakité e Mário Silva; Luís Loureiro, Fleurival e Hussaine; Mateus, Edgar e Hugo Monteiro

Equipa na 2.ª parte Carlos; Ivo, Luís Loureiro (François, aos 71min), Rui Raínho e Mário Silva; Bruno Pinheiro, Hussaine e Jaime; Hugo Monteiro (Hugo, aos 52min), Edgar e Djibril Djaló

O Boavista empatou hoje à tarde a uma bola no Campo do Pasteleira com o Gondomar, em encontro a contar para a 2.ª jornada do torneio de Primavera da Liga Intercalar.

Um jogo com duas metades completamente distintas. Na primeira, o Boavista, com um "onze" com alguns habituais titulares (casos de Mateus - regressado da CAN - Fleurival, Diakité e Mário Silva), juntamente com outras opções regulares de Jaime Pacheco na Liga (Bruno Pinheiro, Luís Loureiro e Hugo Monteiro), chegou a ter alguns momentos de futebol bastante agradável, com uma boa construção dos lances ofensivos a nível do meio-campo. Destaque para Luís Loureiro, que uma vez mais mostrou que o seu verdadeiro lugar é a médio mais recuado, com serenidade e boa visão de jogo na distribuição, e para Hussaine, na sua primeira parte perante os adeptos do BFC, que, pese embora, aqui e ali, algum individualismo, revelou, durante a totalidade do desafio, que pretende ser opção para unidade criativa do meio-campo. Bom controlo de jogo e excelente capacidade na finta, foi, provavelmente, o elemento "mais" do encontro desta tarde. Na frente, Hugo Monteiro esteve discreto, Edgar (que ocupou a posição mais central do ataque durante o primeiro tempo) alternou momentos em que teve acções bastante positivas, (nomeadamente no lance do golo "axadrezadas"), conseguindo receber a bola, rodar perante os centrais adversários e combinar bem com Mateus, com  situações em que revlou alguma lta de frescura e velocidade (principalmente quando, na segunda parte, passou a jogar na ala direita). Já Mateus, com a velocidade e irreverência habituais, pecou, aos 26 minutos, na conclusão de um passe a rasgar de Luís Loureiro, bater o guarda-redes gondomarense quando estava isolado perante. Foi, assim, um Boavista dominador o da primeira parte, criando, além da ocasião referida, um volume ofensivo justificador da vantagem no marcador, acabando por, no entanto, falhar na hora da definição dos lances - faltou, muitas vezes, alguém na área que conseguisse aproveitar os cruzamentos bem como as situações de bola parada. No entanto, o Gondomar acabou por estar perto, à passagem da meia-hora, de inaugurar o marcador, aproveitando um desentedimento entre Mário Silva e Diakité, surgindo dois homens sozinhos perante Carlos - o portador do esférico, contudo, acabou por optar por um "chapéu" demasiado largo. Aos 36 minutos, o Boavista fez o 1-0, num lançamento longo para Edgar que, com serenidade perante o guarda-redes, acabou por entregar a Hussaine na direita, que apenas teve de encostar a bola para a baliza deserta. Uma vantagem justa com que terminou a primeira parte.

Na segunda parte, em muito devido às saídas de Fleurival (que, uma vez mais, deu grande consistência ao meio-campo) e de Mateus e à troca de lugares entre Bruno Pinheiro (passou a jogar a "trinco" até à saída de Luís Loureiro, regressando nessa ocasião ao eixo da defesa) e Luís Loureiro (que, tal como Diakité, foi "experimentado" a central), o jogo perdeu interesse. O BFC perdeu o controlo do meio-campo (apenas as iniciativas de Hussaine permitiam "espevitar" o jogo ofensivo "axadrezado" - no entanto, o médio quatari acabava, quase sempre, por ser travado em falta, daí resultando livres que não foram aproveitados), com o Gondomar a jogar mais tempo no meio-campo do BFC. Foi com naturalidade que o Gondomar, aos 58 minutos, chegou ao golo do empate, na sequência de um lance de bola parada: livre na direita que resultou num cruzamento ao segundo poste, com a formação visitante a aproveitar a circunstância de Carlos não ter saído dos postes para tentar interceptar o esférico. Daí até ao final, muitos lançamentos longos e entrega q.b., mas pouco discernimento na construção ofensiva. Dois lances de registo até ao apito final do árbitro: aos 80 minutos, num lance muito ssemelhante ao do tento da igualdade, o Gondomar, perante uma nova "não-saída" de Carlos, envia a bola à barra e, mesmo ao "cair do pano", livre bem marcado de Hussaine, mas o jovem François, com tudo para fazer o 2-1, acaba por cabecear por cima do travessão. Os destaques pela positiva na segunda parte vão para Rui Raínho (que, apesar de ainda ser júnior, compensa o facto de não ser um central muito alto com uma sobriedade notável no posicionamento e na marcação) e para, obviamente, Hussaine (que, se na primeira parte jogou descaído para a esquerda, já na segunda descaiu para a direita).

Empate 1-1 no final que se aceita, apesar de algo penalizador para razoável primeira parte boavisteira.



publicado por pjmcs às 22:56
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
Notícias do Bessa de regresso

Após uma "paragem" de cerca de dois meses (devido a compromissos académicos do seu auto), o Notícias do Bessa está de regresso para acompanhar a vida do Boavista nesta fase particularmente importante da vida do nosso clube.

Com a nova direcção, o Boavista parece estar a viver um período de "retoma", tendo reforçado o plantel com 5 jogadores no mercado de Inverno (Luís Loureiro, Hussain Yasser, Brayan Angulo, Charles Obi e Araújo) e cumprindo os compromissos com os futebolistas da equipa profissional de futebol. Em termos desportivos, o Boavista vai em 5 vitórias consecutivas em casa (duas perante dois opositores que se encontram nos lugares cimeiros - Guimarães e Sporting - e as outras três diante de rivais directos na fuga à "zona perigosa" da tabela - Naval, Leiria e Paços de Ferreira), o que vale, actualmente, um maior "desafogo" em termos classificativos (7 pontos acima da "linha-de-água"). A carreira fora de casa não tem correspondido aos bons resultados (e bom futebol também) dos jogos no Bessa, visto em que Janeiro os "axadrezados" registaram duas derrotas nos encontros realizados na condição de visitante (eliminação da Taça pela Naval e derrota no Estádio dos Barreiros). Aliás, o Boavista tem dois compromissos importantíssimos consecutivos "fora de portas", que, caso sejam conseguidos bons resultados, praticamente poderão garantir a manutenção e, quiçá, lançar o BFC para outros objectivos. Resta esperar para ver o que os comandados de Jaime Pacheco conseguirão fazer na curta deslocação ao Estádio do Mar e na visita à Académica, isto antes do sempre apetecível derby da Invicta no Estádio do Bessa Século XXI. 



publicado por pjmcs às 14:34
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