Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007
Paços de Ferreira X Boavista

 

Equipas prováveis:

Paços de Ferreira - Peçanha; Mangualde, Rovérsio, Luiz Carlos e Chico Silva; Paulo Gomes; Dedé e Fernando Pilar; Edson, Furtado e Cristiano

Treinador - José Mota

Boavista - Carlos; Gilberto, Ricardo Silva, Marcelão e Moisés; Diakité; Milos Bosancic e Fleurival; Laionel, Bangoura e Rafal Grzelak

Treinador - Jaime Pacheco

Depois da derrota caseira diante do Marítimo, o Boavista vai procurar, em Paços de Ferreira, num estádio onde tem vencido bastantes vezes nos últimos anos, a primeira vitória na actual edição da Liga, tendo pela frente uma equipa que, não obstante o seu estatuto "europeu", também almeja igual desidrato neste encontro.

Vai ser um encontro entre duas formações orientadas por dois treinadores que muito bem se conhecem e que têm uma filosofia de jogo semelhante, até em termos tácticos, visto que quer Boavista, quer Paços de Ferreira se deverão apresentar num dispositivo de 4-3-3. No entanto, mesmo sem alterar o figurino táctico (até porque, na segunda parte da partida contra o Marítimo, a aposta no 4-2-4 foi, claramente, infrutífera), Jaime Pacheco vai efectuar alterações, sobretudo no sector mais recuado, que esteve infeliz no último encontro. Assim, o técnico "axadrezado" não vai correr o risco de lançar em campo um Mário Silva dimuinuído fisicamente (não foi por acaso que os dois golos do Marítimo no Bessa foram construídos na direita do ataque visitante), adaptando ou o recém-chegado Moisés ou, numa aposta mais arrojada, recuar Grzelak, jogando Ivan Santos na esquerda do ataque. Todavia, dada a maior experiência e capacidade defensiva de Moisés, é pouco provável que Pacheco arrisque a ponto de colocar Grzelak como lateral-esquerdo, visto que os factos de o jogo ser fora de casa e de o extremo-direito pacense ser o internacional angolado Edson, rápido e inteligente em termos de aproveitamento dos espaços. Destaque, também, para o regresso de Diakité (depois da expulsão no encontro da Taça da Liga), um dos melhores na pré-temporada e que ajudará, seguramente, na ocupação dos espaços a meio-campo e na transição defesa-ataque, para o "vértice" mais recuado do "triângulo" do sector intermediário e para a provável inclusão de Bangoura no "onze", ele que esteve bem melhor que Fary frente ao Marítimo.

Quanto aos "castores", José Mota deverá conceder, pela primeira vez esta época, a titularidade na frente a Furtado, ponta-de-lança bastante móvel, rendendo Márcio Carioca. O ex-Trofense Chico Silva será o substituto do internacional português Antunes, que foi transferido para a Roma.

Frente a um adversário bastante combativo e pressionante, com um meio-campo forte e um ataque rápido, no qual, muitas vezes, o ponta-de-lança procura arrastar os centrais de modo a conceder espaços para as diagonais de Edson (perigosíssimo) e as penetrações de Cristiano (jogador criativo e, também, forte na meia-distância, o Boavista, em termos defensivos, não pode, de maneira alguma, repetir os erros defensivos do último jogo, sobretudo ao nível dos espaços nas faixas e nas segundas bolas (algo que o Paços de Ferreira costuma aproveitar, sendo um aspecto em que o regresso de Diakité poderá ser importante). Como nem tudo contra o Marítimo foi mau, o Boavista deve procurar repetir, quando tiver a bola em sua posse, aquilo que de bom foi feito no período do encontro entre o segundo golo do Marítimo e o intervalo, com extremos bem abertos nas alas e Bosancic a organizar jogo. Aliás, será importante repetir a colocação de Bosancic mais descaído para a direita e Fleurival mais descaído para a esquerda, de modo a que o internacional de Guadalupe possa dar um auxílio efectivo ao lateral-esquerdo na tentativa de evitar que Edson consiga criar desequilíbrios. Também se pede à equipa que jogue mais desinibida, isto é, com as linhas mais adiantadas e, assim, capaz de efectuar uma pressão mais alta no terreno. 

Para terminar, o Notícias do Bessa pede, num período em que a desconfiança dos adeptos face à equipa e ao treinador Jaime Pacheco é elevada, que os boavisteiros compareçam em bom número nas bancadas do Estádio da Mata Real, à semelhança, por exemplo, daquilo que aconteceu em 2000/2001 e 2001/2002, temporadas de sucesso para o BFC, nas quais a boa presença de público "axadrezado" na Mata Real contribuiu para duas vitórias importantes em casa do Paços de Ferreira.

FORÇA BOAVISTA!!!



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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007
Boavista 0 - Marítimo 2: MAU COMEÇO CASEIRO...

Boavista - Carlos; Gilberto, Ricardo Silva, Bruno Pinheiro e Mário Silva (Edgar, aos 23min); Olufemi; Milos Bosancic (Bangoura, ao intervalo) e Fleurival; Laionel, Fary (Ivan Santos, aos 65min) e Rafal Grzelak

 

Marítimo - Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Antoine van der Linden e Evaldo; Olberdam; Marcinho, Bruno e Fábio Felício (Luís Olim, aos 86min); Kanu (Márcio Mossoró, aos 73min) e Makukula

 

O Boavista estreou-se da pior forma em jogos oficiais perante os seus adeptos esta época, com uma derrota por dois golos sem resposta, num encontro no qual entrou praticamente a perder e, à passagem dos 20 minutos, já tinha uma desvantagem de dois tentos para o adversário. Dois erros defensivos verdadeiramente incríveis, os maiores entrosamento e mecanização de jogo do Marítimo, as duas grandes penalidades a favor do Boavista que o sr. João Ferreira não assinalou (na segunda, aliás, penalizou Edgar com a exibição do segundo cartão amarelo) e uma substituição disparatada de Jaime Pacheco ao intervalo são os factores que explicam a "débacle" dos "axadrezados" no seu próprio estádio.

 

Para o desafio de ontem, Pacheco voltou a apostar no 4-3-3, com Olufemi à frente dos dois centrais, Fleurival como médio-interior esquerdo (surgindo, por vezes, no apoio a Olufemi em algumas situações ofensivas do Marítimo) e Bosancic como médio-interior direito, mas com liberdade para subir no terreno e com a responsabilidade de organizar o jogo da equipa.

 

No entanto, começou muito mal o jogo para o Boavista, com um dos seus jogadores mais experientes (Mário Silva) a ter grandes responsabilidades no golo madrugador do Marítimo: incrível como o "capitão" do BFC se deixa bater em velocidade por Marcinho, permitindo que este penetre na grande área junto à linha de fundo, ou seja, ficando em situação privilegiadíssima para cruzar. Kanu, sozinho, respondeu da melhor maneira ao centro do seu colega, cabeceando sem hipóteses para Carlos. Ainda os "axadrezados" esboçavam uma reacção à desvantagem precoce na partida, já o Marítimo ampliava o marcador, de uma forma ainda mais increditável: na sequência de um lançamento do Boavista perto da linha de fundo, no meio-campo dos insulares, Mário Silva erra a devolução para Grzelak e Kanu, incrivelmente, percorre quase meio-terreno, pelo flanco direito, com a bola controlada, perante a oposição demasiado passivo de Grzelak, que desperdiçou a várias ocasiões que teve para fazer o desarme, permitindo, assim, a Kanu penetrar, com grande facilidade, na grande área, batendo um Carlos que demorou a sair da baliza. O central Bruno Pinheiro, por jogar mais descaído para a esquerda, também teve responsabilidades, na medida em que não soube fazer a dobra ao lateral do seu lado.

Pouco depois, Jaime Pacheco decidiu efectuar a primeira alteração, retirando o desastrado Mário Silva e fazendo entrar Edgar, numa tentativa de dar maior dinâmica ofensiva ao lado esquerdo do ataque, com o ex-Málaga a jogar como extremo-esquerdo e Grzelak a recuar para o lado esquerdo da defesa. E a verdade é que, a partir daí, o Boavista arrancou, até ao final da primeira parte, para o seu melhor período no encontro, conseguindo criar oportunidades de golo, pressionar o Marítimo e dominar por completo as operações da partida. Bosancic subia, minuto a minuto, de produção, assumindo-se como o playmaker da equipa, os dois extremos, principalmente Edgar, conseguiam dar largura ao jogo ofensivo dos "axadrezados" e Fleurival recuperava muitas bolas a meio-campo, nunca virando a cara à luta. Só alguma incompetência de Fary, uma errada decisão do árbitro (ao não assinalar uma grande penalidade sobre Fary) e, porque não dizê-lo, algum azar impediram o Boavista de, pelo menos, reduzir a desvantagem antes do intervalo. No entanto, convém dizer, pela negativa, que, no flanco direito, Gilberto, que até esteve bem a defender (fora na parte final da partida, em que denotou estar De referir, também, o facto de alguns jogadores do Marítimo, sobretudo Marcinho e Kanu, simularem, constantemente, lesões, ou seja, abusando do anti-jogo. Tudo com a complacência do árbitro João Ferreira.

Não obstante o Boavista não ter conseguido materializar em golos o ascendente sobre o Marítimo após o 0-2, ficava a sensação de que, mantendo a mesma toada na segunda parte, poderia chegar rapidamente ao 1-2 e, daí até ao final do encontro, pressionar o Marítimo na tentativa de, no mínimo, conseguir o empate. No entanto, Jaime Pacheco efectuou uma substituição que, não será, de modo algum, exagero dizê-lo, "matou" o jogo. Isto porque decidiu retirar o organizador de jogo Bosancic, fazendo entrar Bangoura. Se o guineese, nas poucas ocasiões em que teve oportunidade de mostrar serviço, até exibiu bons pormenores (mostrando que será o candidato natural ao posto de ponta-de-lança (muito mais objectivo e lesto que Fary), a verdade é que abdicar do playmaker da equipa (cuja produção melhorava com o passar dos minutos) teve vários efeitos negativos: por um lado, o Boavista perdeu capacidade para produzir um caudal ofensivo coerente, perdendo o elemento mais lúcido e com maior visão de jogo, daí que a bola deixasse de fluir em boas condições para as alas e para os dois avançados; por outro lado, os "axadrezados" passaram a jogar num 4-2-4 que, naturalmente, trouxe grandes desequilíbrios ao meio-campo - Olufemi (que, no primeiro tempo, embora mostrando pouca dose de risco no passe e alguma lentidão na execução, não estava a ter uma actuação propriamente negativa) teve de subir no terreno, de modo a jogar ao lado de Fleurival, o que trouxe maiores dificuldades ao nigeriano (claramente desprovido das características necessárias para ser um distribuidor de jogo) e, pior do que isso, permitindo ao Marítimo dispor de muitos mais espaços entre linhas (face ao "desaparecimento" de um médio mais defensivo entre a defesa e a linha de meio-campo). Assim, o futebol do Boavista passou a ser desligado, aos repelões e, com naturalidade, ainda para mais com homens com grande qualidade técnica e capacidade de retenção do esférico como Fábio Felício, Bruno e Marcinho, o Marítimo passou a circular, a seu bel-prazer, a bola no meio-campo defensivo do Boavista, podendo, inclusive, na fase final do encontro, ter chegado ao 0-3, não fosse uma boa intervenção de Carlos. Além disso, na fase final, os níveis físicos do Boavista, dado o facto de ter estado sempre atrás do prejuízo, o que acarreta um maior desgaste, caíram a pique, com, por exemplo, Gilberto a ter algumas dificuldades para manter a segunda evidenciada na primeira parte. Ainda assim, o Boavista poderia ter chegado ao golo em duas ocasiões: na primeira, na sequência de um canto apontado por Edgar, Bangoura, com um remate acrobático, rematou às malhas laterais da baliza de Marcos; na segunda, Laionel disparou cruzado e, não fosse um ligeiro desvio do guarda-redes Marcos, o BFC teria chegado ao 1-2. Contudo, foi muito escassa e fraca a produção boavisteira na segunda parte. É, todavia, importante destacar que, embora não servindo de desculpa para os erros cometidos (principalmente na defesa) pela equipa do Boavista e os equívocos tácticos do seu treinador, ficou mais uma grande penalidade (a segunda no encontro) por assinalar a favor do BFC: a 5 minutos dos 90, Edgar é claramente derrubado no interior da área por Ricardo Esteves, num lance que significaria o segundo cartão amarelo para o defensor insular. Com o provável 1-2 no marcador e o Marítimo com menos uma unidade, poderia muito bem o Boavista ter chegado ao empate. Só que o sr. João Ferreira prejudicou duplamente o Boavista: não só não assinalou o penalty, como também expulsou, pela exibição do segundo cartão amarelo a penalizar a suposta simulação, Edgar, privando o Boavista nos minutos finais e no próximo do jogo de um dos seus elementos mais dinâmicos no sector ofensivo.

Em suma, no final de um encontro que significou a perda de 3 pontos em casa perante um candidato a um lugar europeu, ficam várias reflexões a fazer. A defesa cometeu duas falhas absolutamente inacreditáveis e o treinador Jaime Pacheco, com um erro de principiante, desequilibrou, por completo, a manobra da equipa do BFC na segunda parte, não compreendo que atacar mais não implica, necessariamente, jogar com mais elementos de características ofensivas, mas, sim, procurar subir todas as linhas da equipa, de modo a pressionar mais alto e a ter maior volume de jogo no meio-campo adversário. Mesmo assim, perante um quadro tão desanimador, o futebol praticado entre o momento do segundo golo e o intervalo teve momentos bastante positivos, mostrando que o Boavista tem soluções de qualidade em termos ofensivos e no meio-campo (com um Bosancic muitos furos acima daquilo que fez na pré-época e Fleurival, uma vez mais o melhor do BFC, a jogar sempre numa rotação muito elevada). Resta esperar que Jaime Pacheco, contando no futuro com mais elementos que poderão ser importantes, como Diakité (que "ganha" a Olufemi em experiência, rapidez e segurança no passe), Marcelão (já que Bruno Pinheiro, embora muito esforçado, teve sempre imensas dificuldades, dada a sua frágil compleição física, para marcar o possante Makukula, tendo que ser diversas vezes auxiliado por Ricardo Silva), um Bangoura mais integrado na equipa (de modo a poder ser lançado de início) e os recentes reforços Moisés e Mateus (um avançado móvel, que poderá trazer um tipo diferente de solução para o sector ofensivo, já que, jogando na esquerda do ataque, é um jogador que efectua muitas diagonais, valendo-se das suas rapidez e capacidade de aparecer no espaço vazio para surgir como segundo ponta-de-lança), consiga rentabilizar os bons valores de que dispõe no plantel. No entanto, para terminar, convém referir que, desde a época passada, principalmente no Estádio do Bessa Século XXI, parece ser extremamente difícil a qualquer árbitro assinalar uma grande penalidade, por mais nítida que seja, a favor do BFC. Perguntamo-nos nós sobre o que será preciso os jogadores opositores fazerem mais para ser marcado um castigo máximo a favorecer o Boavista. Um problema que se arrasta da temporada passada e que, obviamente, preocupa... e muito...



publicado por pjmcs às 11:52
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Domingo, 26 de Agosto de 2007
Boavista X Marítimo - Antevisão

 

Equipas prováveis:

Boavista - Carlos; Gilberto, Ricardo Silva, Bruno Pinheiro e Mário Silva; Essame, Fleurival e Milos Bosancic; Edgar, Fary e Rafal Grzelak

Marítimo - Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Antoine van der Linden e Evaldo; Olberdam; Marcinho, Bruno e Fábio Felício; Kanu e Makukula

O Boavista versão 2007/2008 faz hoje a sua estreia em jogos oficiais no Estádio do Bessa Século XXI frente a um renovado (tal como o BFC) Marítimo, candidato assumido aos lugares europeus.

Jaime Pacheco deverá manter o 4-3-3 apresentado no empate em Leiria, embora com nuances diferentes. É provável que Edgar (que jogou no centro do ataque na primeira jornada, numa estratégia vocacionada para ataques rápidos, com mobilidade na frente) seja novamente titular, mas numa das faixas do sector ofensivo, de modo a que o Boavista possa jogar com um ponta-de-lança mais fixo, que sirva de referência (visto que o facto de o jogo ser em casa acarreta uma abordagem estratégica diferente): em princípio será Fary, um dos poucos jogadores que transita da época passada, e não Bangoura, uma vez que o guineense chegou apenas há pouco menos de duas semanas. No entanto, não é de descartar a utilização do ex-futebolista do Stoke City, que traria maior capacidade física no duelo frente aos dois centrais adversários. Para a entrada do tal avançado mais fixo, Grzelak ou Laionel um deles deverá ser o sacrificado: no caso de jogarem Grzelak e Edgar em simultâneo como extremos, o Boavista terá grande capacidade de criar desequilíbrios em diagonais (já que ambos efectuam várias vezes esse movimento), podendo ambos surgir no apoio ao ponta-de-lança, por exemplo, para responder a cruzamentos feitos do flanco oposto, mas, por outro lado, vão ser exigidos ou aos dois médios-interiores (Bosancic e Fleurival ou Essame) ou aos dois laterais desdobramentos ofensivos, de modo a que os espaços abertos nas alas pelas diagonais dos extremos sejam ocupados e aproveitados. Outra hipótese, embora muito mais remota, será a mudança para um sistema táctico de 4-2-3-1 (desdobrável em 4-2-4), com Edgar a aparecer nas "costas" do ponta-de-lança, Grzelak e Laionel nas faixas e a ausência de um verdadeiro organizador de jogo. De realçar, ainda, mais duas dúvidas no onze "axadrezado". Pacheco parece estar mais inclinado para manter a adaptação de Gilberto a lateral-direito, a fim de garantir maior coesão defensiva, mas, pelo facto de o Boavista jogar em casa, Rissut poderá assumir-se como opção para o lado direito da defesa, dando, assim, maior profundidade ofensiva a esse flanco. A outra dúvida reside no meio-campo: Essame parece estar na "pole-positon" para ser titular como médio-interior direito, recuando Fleurival para o vértice mais recuado do sector intermediário. No entanto, Olufemi, apesar de menos entrosado com a equipa, pode ser o eleito para jogar como médio mais defensivo, mantendo-se Fleurival no lado direito do meio-campo. Aliás, o nigeriano foi testado nessas funções frente ao Celta de Vigo e apenas não foi opção em Leiria porque o seu certificado internacional ainda não tinha chegado. Outra alternativa, não obstante ser bastante improvável, passa por retirar "nervo" ao meio-campo mas acrescentando qualidade de passe e criatividade, colocando Fleurival como único pivot defensivo e os sérvios Gajic e Bosancic em simultâneo no apoio ao ataque.

Quanto ao Marítimo, Sebastião Lazaroni deverá apostar na mesma estrutura que lhe permitiu derrotar o Paços de Ferreira por 3-1. Assim, os "verde-rubros" jogarão num 4-1-3-2 com três unidades criativas no meio-campo (Fábio Felício, Bruno e Marcinho), capazes de trocarem de posições entre si e com capacidade de através de passes (quer longos, quer curtos) e cruzamentos, endossarem a bola para a dupla ofensiva, constituída pelo altíssimo Makukula (fortísimo no jogo aéreo) e, nas suas "costas", um avançado mais móvel, Kanu, ou, em alternativa, por mais um criativo, Márcio Mossoró. Por isso, o Boavista deverá ter em atenção as segundas bolas no seu sector defensivo (pois Makukula, ganhando com facilidade muitas bolas no jogo aéreo, as coloca, em boa situação de finalização, para o seu companheiro de ataque poder finalizar) e procurar anular o tridente mais criativo do meio-campo. Além disso, deverá procurar impedir que Olberdam, o médio mais recuado, consiga jogar entre linhas, impedindo, dessa forma, o Marítimo de sair em boas condições do seu meio-campo defensivo para o ataque, tentando, assim, "partir" a equipa insular.

Ou seja, o Boavista terá de ser uma equipa pressionante, procurando fazê-lo em terrenos adiantados, de modo a evitar que o Marítimo, que é uma formação com um "toque" claramente latino (gosta, portanto, de circular e trocar a bola), possa construir o seu jogo ofensivo com eficácia. Além disso, o meio-campo do BFC, em termos ofensivos, terá de subir mais no apoio ao ataque, tentando ser mais "vertical" nas suas movimentações, de modo a que o ponta-de-lança não esteja demasiado desacompanhado no meio dos centrais adversários.

Para este jogo, diante de um potencial adversário directo na luta por uma presença nas Eurotaças da próxima época, o Notícias do Bessa pede aos boavisteiros que compareçam em bom número no Estádio do Bessa Século XXI e que apoiem fortemente a equipa, neste primeiro encontro "a doer" do novo Boavista em casa.

 

FORÇA BOAVISTA!!!



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Sábado, 25 de Agosto de 2007
De regresso!

Como prometido, o Notícias do Bessa está de regresso para a segunda jornada da Liga Bwin 2007/2008. Neste período de ausência, destaque óbvio para os dois primeiros jogos oficiais do Boavista esta época: a derrota em Aveiro na 2.ª eliminatória da Taça da Liga e o empate a zero em Leiria na abertura do campeonato. Claro que, também, as alterações no plantel merecem referência. O médio nigeriano Oladapo Olufemi, de 19 anos (esteve presente no último Mundial Sub-20), é mais um jovem jogador colocado no Bessa pela InverFútbol e o ponta-de-lança da Guiné-Conacry Sambegou Bangoura, proveniente dos ingleses do Stoke City (do 2.º escalão), assume-se como o principal investimento da SAD do Boavista para esta nova temporada. Em sentido inverso, o também ponta-de-lança Roland Linz, claramente descontente no BFC e em rota de colisão com o treinador Jaime Pacheco, foi transferido para o Braga. Os adeptos do Boavista aguardam ainda que Brayan Angulo, outra aquisição confirmada oficialmente, consiga viajar para Portugal e que, na próxima semana, sejam apresentados os dois reforços prometidos pelo Dr. João Loureiro. Além disso, o lateral-esquerdo Nuno Pinto e uma das contratações para esta época, Javier Liendo, serão cedidos a título de empréstimo (Liendo parece estar próximo de jogar, até ao próximo defeso, nos uruguaios do Nacional de Montevideu).



publicado por pjmcs às 11:25
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007
O Notícias de Bessa vai de férias...

Nos próximos dias, não vai haver novos artigos no Notícias do Bessa, pois vai "de férias". Esperamos que, durante este período de ausência, o Boavista consiga entrar da melhor maneira, com vitórias, na Taça da Liga e, sobretudo, na Liga Bwin (com a deslocação a Leiria) e que, se possível, reforce o plantel com bons jogadores para as posições que, neste momento, são as mais carenciadas no plantel.

O Notícias do Bessa regressa no final de Agosto, para a antevisão do primeiro compromisso do Boavista no Estádio do Bessa Século XXI na Liga 2007/2008, na recepção ao Marítimo. Aproveitamos para desejar a todos os boavisteiros umas óptimas férias!



publicado por pjmcs às 20:17
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Boavista 5 - Nelas 0

Como começou:

 

Como terminou:

 

Substituições: Bosancic por Gajic, aos 55min; Fleurival por Gilberto, aos 61min; Mário Silva por Nuno Pinto e Marcelão por Bruno Pinheiro, aos 66min;  Laionel por Hugo Monteiro, aos 69min; Linz por Fary, aos 72min; Grzelak por Edgar, aos 77min; Diakité por Ivan Santos, aos 84min; Carlos por Ricardo Neves, aos 88min

 

Deixando uma imagem bem mais agradável do que no jogo com o FC Porto, o Boavista voltou a jogar perante os seus associados, batendo o Nelas por cinco golos sem resposta, no dia do 104.º aniversário do BFC. Apesar de se dever levar em linha de conta o facto de ser tratar de um opositor da 2.ª Divisão Nacional, a verdade é que o Boavista foi, em comparação com o que aconteceu no último sábado, uma equipa mais solta e, sobretudo, rápida e objectiva nos seus processos ofensivos, explorando as alas (algo que raramente aconteceu contra o FC Porto), com Grzelak mais próximo do seu nível habitual (conseguindo criar alguns desequilíbrios) e, na direita, apesar de algumas más recepções de bola de Laionel, uma importante contribuição de Fleurival (que jogou como médio-interior direito), rápido a recuperar a bola e a abrir o jogo para a faixa direita. Além disso, o organizador de jogo (primeiro Bosancic, depois Gajic) jogou mais próximo do ponta-de-lança (embora algo descaído para a esquerda), o que garantiu, depois de uma meia-hora inicial em que Bosancic passou completamente ao lado do jogo, soluções adicionais para o Boavista fazer chegar a bola ao tridente ofensivo, concretamente ao ponta-de-lança Linz.

 

Foi, por isso, com naturalidade que o Boavista chegou ao primeiro golo do desafio antes da passagem do primeiro quarto-de-hora. Após um canto cobrado por Laionel, que, por ser demasiado rasteiro, aparentemente não levava perigo, Diakité desviou o esférico para Marcelão, que, com grande serenidade, fintou o último defesa do Nelas e rematou de pé esquerdo para o fundo da baliza nelense. O segundo golo surgiu poucos minutos depois, numa excelente jogada de Fleurival, que, depois de recuperar a bola e de não perder o seu controlo depois de uma carga faltosa de um médio do Nelas, fez uma excelente abertura, na grande área, para Grzelak, que, num primoroso gesto técnico, "picou" o esférico sobre o guarda-redes da formação visitante. Continuando a praticar um futebol agradável, quase sempre no meio-campo adversário (o Nelas não conseguiu chegar uma única vez à grande área "axadrezada" e o melhor que fez foram dois remates de meia-distância) e com circulação rápida do esférico, o Boavista criou oportunidades para marcar mais golos, mas o 2-0 acabaria por prevalecer até ao intervalo.

 

A segunda parte principiou praticamente com o 3-0, o segundo tento de Marcelão no encontro. Na sequência de um livre em posição frontal, Marcelão rematou, a bola bateu numa defesa do Nelas, o que acabou por trair o guardião da formação do centro do país, sem hipóteses para evitar o terceiro golo do encontro. Foi o único lance de realce nos 25 minutos iniciais da etapa complementar do desafio, em face das muitas substituições que Jaime Pacheco foi efectuando, que acabaram por retirar ritmo à equipa. Ainda assim, Gajic (que entrou a substituir Bosancic), em algumas ocasiões, tentou voltar a animar o encontro com iniciativas quer pela esquerda, quer pela direita, procurando lançar os companheiros do sector ofensivo. FOi, precisamente, de uma dessas iniciativas do jovem criativo sérvio que surgiu o quarto golo: Gajic lançou Nuno Pinto pela esquerda, este devolveu a Gajic, o qual desmarcou Fary, que, de pé esquerdo, rematou sem hesitações e sem hipóteses para o guarda-redes do Nelas.

 

O 4-0 teve o "condão" de agitar a partida nos minutos finais, com Fary novamente em destaque. O avançado senegalês, após receber um passe de Edgar, soube segurar a bola e esperar pelo movimento de ruptura, pela direita, de Gilberto, efectuando um excelente passe a  rasgar que desmarcou o jovem médio "axadrezado" para o 5-0 final.

 

Foi, em suma, uma exibição bastante agradável do Boavista, que apresentou, nos 55 minutos iniciais, aquele que poderá ser, muito bem, o "onze" base para os primeiros jogos oficiais (embora haja a dúvida sobre o organizador de jogo - Bosancic ou Gajic). O meio-campo jogou, todo ele, mas principalmente o criativo, mais adiantado e próximo do tridente ofensivo e os dois extremos mais abertos nas faixas. Tudo isto permitiu dar ao BFC um maior volume de jogo ofensivo e, principalmente, aproveitar o maior tempo de posse de bola para jogar próximo da grande área adversária. Além disso, a dupla Marcelão - Ricardo Silva, não obstante ter o óbice de apresentar dois jogadores relativamente lentos, conta com dois centrais experientes, serenos e capazes de ler bem o jogo, pelo que poderá ser a solução para os problemas defensivos evidenciados nos primeiros jogos da pré-época. Mas, claro, para ser feita uma avaliação mais consistente, é necessário observar esta dupla perante adversários mais fortes...

 

Análise individual:

 

Carlos - Praticamente não foi chamado a intervir na primeira parte. No início da segunda, porém, um contra-ataque rápido do Nelas, aproveitando um erro de "cálculo" de Nuno Pinto (que saltou demasiado cedo para cabecear uma bola), colocou-o à prova, sendo que o número 13 do BFC acabou por se sair muito bem, mostrando grande elasticidade (está em muito melhor forma do que há duas semanas) ao agarrar a bola. No entanto, o facto de ter decidido "inventar" com a bola nos pés, já na fase final do encontro, ao fintar um jogador do Nelas em posição extremamente perigosa (praticamente sobre a linha de golo), ao invés de aliviar imediatamente o esférico, valeu-lhe uma repreensão por parte de Jaime Pacheco.

Rissut - Voltou a mostrar que é um lateral com grande apetência ofensiva, o que valeu um apoio bastante ofensivo ao ataque, mas, simultaneamente, na segunda parte, concedendo bastante espaço para que o Nelas explorasse o seu flanco na sua acção ofensiva (sobretudo depois da saída de Fleurival, que, em algumas ocasiões, compensou as subidas de Rissut). Assim, apesar da qualidade técnica que mostra nas suas incursões ofensivas e na profundidade que ajuda a dar ao flanco direito, deve refriar um pouco o seu ímpeto ofensivo, sob pena de dar demasiado espaço ao extremo e lateral-esquerdos adversários quando a equipa contrária tem a bola em sua posse.

Ricardo Silva - Jogou a totalidade do encontro e teve uma tarde tranquila, não sendo chamado muitas vezes a intervir. Esteve mais em acção na primeira fase da construção do jogo ofensivo do Boavista, ao optar muitas vezes por lançar a bola para o flanco direito. Denotou, ainda, alguma falta de velocidade, sobretudo na primeira parte, mas que soube compensar com uma boa leitura de jogo e capacidade para efectuar o corte no momento-chave.

Marcelão - Apenas 5 dias depois de ser apresentado e ao segundo jogo pelo Boavista, Marcelão mostrou que caminha a passos largos para a plena integração na equipa, coroando uma boa exibição com dois golos. Sereno no tempo do desarme, forte no jogo aéreo e autor de um par de lançamentos longos com precisão para o extremo-esquerdo Grzelak na primeira parte, o possante defesa-central brasileiro, depois dos bons apontamentos deixados no jogo com o FC Porto, parece ser um candidato sério à titularidade.

Mário Silva - A tranquilidade na forma com fecha o flanco esquerdo, não concedendo grandes veleidades ao adversário, tem sido a sua imagem de marca nesta pré-época e o jogo com o Nelas não foi excepção. No entanto, poderia ter explorado mais as subidas para o ataque, uma vez que, apesar das constantes subidas de Rissut, preservar uma defesa a três quando o Boavista atacava era, perante a inoperância do Nelas, desnecessário. 

Diakité - Destacou-se menos do que frente ao FC Porto, mas isto foi fruto da melhoria exibicional do resto da equipa do que, propriamente, culpa sua. Esteve eficaz sempre que chamado a intervir e, como tem sido costume, rápido a soltar a bola. Quando Bosancic/Gajic aparecia em terrenos mais adiantados, Diakité subia para médio-interior esquerdo, mantendo a mesma bitola exibicional.

Fleurival - Mais uma boa actuação do internacional de Guadalupe, que tem sido, sem dúvida, uma das surpresas, pela positiva, desta pré-temporada. Jogou, uma vez mais, como interior-direito e esteve em muito bom plano quer a defender, quer a atacar. Por um lado, recuperou imensas bolas a meio-campo (foi um dos responsáveis pelo pouco atrevimento em termos ofensivos do Nelas), ganhando, também, quase sempre, no choque. Por outro lado, combinou muito bem com o Laionel e Rissut na ala direita, contribuindo para que o Boavista conseguisse carrilar com qualidade muito do seu jogo por esse flanco. Além disso, construiu o lance do segundo golo, que Grzelak concluiu com classe.

Bosancic - Jogou, desta vez, mais adiantado do terreno, sendo "poupado" das tarefas defensivas (até porque o adversário não o justificava), mas, mesmo assim, esteve bastante apagado na primeira meia-hora. Apático e lento, poucas vezes tocou na bola durante esse período e, sempre que o fez, não acrescentou nada. Depois, porém, começou a soltar-se, graças a combinações com Grzelak, e a envolver-se no jogo ofensivo da equipa. Aí, sim, mostrou alguns pormenores bastante interessantes sob o ponto de vista técnico, acabando por ser substituído na sua melhor fase do jogo. Como só tem pouco mais de uma semana de trabalho com o restante plantel, é um jogador a observar melhor.

Laionel - Procurou sempre ter a bola, revelando um muito maior acerto táctico do que no jogo com o FC Porto, uma vez que procurou criar situações de 2-para-1 com Rissut pela faixa direita. Por ser um jogador rápido e com facilidade no drible, criou alguns desequilíbrios, sendo, por isso, o jogador do Boavista que mais faltas sofreu. Tem que, todavia, evitar os exageros no individualismo em algumas ocasiões e rever o capítulo da recepção do esférico, pois, na primeira parte, alguns ataques do Boavista "morreram" devido a más recepções de bola de Laionel. Ainda assim, parece ganhar vantagem sobre Edgar e Hugo Monteiro na discussão de um lugar no "onze".

Roland Linz - Continua sem marcar nesta pré-época, mas a verdade é que, frente ao Nelas, lutou imenso. No entanto, a inoperância que mostrou no jogo aéreo (e que fez com que não aproveitasse os cruzamentos) e alguma falta de sorte no momento de finalizar (numa das ocasiões, uma excelente intervenção do guarda-redes impediu-o de marcar num remate de pé esquerdo) deixaram Linz novamente a zero em termos de golos marcados.

Grzelak - Teve, diante do Nelas, a sua melhor actuação nesta pré-temporada. Mais rápido e capaz de sair com sucesso do drible, "Rafa" deu, finalmente, profundidade ofensiva ao flanco esquerdo do Boavista, aproximando-se do nível exibicional que patenteou na maioria dos encontros da época transacta. Participou, também, na circulação de bola que o Boavista realizou no meio-campo adversário, contribuindo para a progressão do BFC no terreno (uma vez que conseguia sair com a bola dominada perante a oposição de 2/3 adversários) e desmarcou-se bem, finalizando com grande categoria, no lance do segundo golo.

Milan Gajic - Mostrou maior mobilidade que Bosancic, sendo o principal desequilibrador do Boavista, através de combinações que iniciou com Rissut e Hugo Monteiro, na direita, e com Nuno Pinto, na esquerda, durante a segunda parte, mostrando a Bosancic que não terá "vida fácil" para garantir um lugar no "onze".

Gilberto - Tal como Gajic, entrou muito bem no encontro, revelando um espírito de sacrifício notável, lutando por toda e qualquer bola disputada a meio-campo. Começou como médio-interior direito e, depois da saída de Diakité, passou para "vértice" mais recuado do meio-campo (onde subiu de rendimento) e viu a sua abnegação ser recompensada com um golo, após uma desmarcação pela direita, recebendo um excelente passe de Fary.

Nuno Pinto - No seu segundo golo nesta pré-época, Nuno Pinto mostrou maior atrevimento ofensivo que Mário Silva (participando na jogada do quarto golo), mas, ao mesmo tempo, evidenciou menor precisão em termos posicionais no aspecto defensivo que o seu colega de posição.

Bruno Pinheiro - Jogou cerca de 25 minutos e nota-se que, mesmo tendo em conta a fragilidade do adversário, parece ganhar confiança de jogo para jogo. Frente ao Nelas, ainda teve tempo para, numa ocasião, sair a jogar até ao último terço do terreno, mostrando os seus atributos técnicos.

Hugo Monteiro - Alternou entre os dois flancos e o meio-campo (revezando-se com Edgar) e, principalmente quando aparecia na direita, ainda conseguiu, numa ou noutra situação, abrir zonas de penetração. No entanto, mostra pouca velocidade e pouca simplicidade de processos para um extremo, pelo que parece longe da titularidade. 

Fary - Jogou apenas cerca de 20 minutos e poucas vezes tocou na bola, mas foi decisivo ao desempenhar um papel fulcral nos lances dos dois últimos golos, afinal aquilo que se pede a um ponta-de-lança. No quarto golo, finalizou, sem hesitações, com um remate colocado de pé esquerdo, um passe de Gajic e, no quinto golo, fez um passe a rasgar perfeito para Gilberto. Mostrou que, afinal, Linz poderá ter concorrência.

Edgar - Ainda demasiado pesado e lento, Edgar mostrou pouco, uma vez que não conseguiu criar desequilíbrios. Todavia, o pouco tempo que esteve em campo, sendo boa parte dele nas funções de médio-ofensivo, constitui-se como atenuante...

Ivan Santos - Esteve pouco mais de 5 minutos em campo, entrando para jogar como extremo-direito. Não teve tempo para mostrar o que vale.

Ricardo Neves - Pouco tempo em campo... apenas a tempo de fazer a sua estreia em jogos da equipa sénior do BFC. 

 



publicado por pjmcs às 16:07
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007
Boavista 104 anos

O nosso Boavista está, hoje, de parabéns! Foi precisamente há 104 anos que um grupo de ingleses da antiga fábrica da Graham (situada na zona do Foco) fundou o The Boavista Footballers, a primeira agremiação desportiva da cidade do Porto (e a segunda em todo o país). O The Boavista Footballers acabou por mudar de nome, para Boavista Futebol Clube, assumindo-se, em pleno século XXI, como a quarta maior força desportiva do país.

PARABÉNS BOAVISTA!!!



publicado por pjmcs às 12:40
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