Sábado, 29 de Julho de 2006
Coventry City 1 - Boavista 2

No seu segundo encontro na "mini-digressão" em Inglaterra, o Boavista foi a Coventry bater a equipa local (em que Stern John, uma das referências da selecção de Trinidade e Tobago no último Mundial, e o extremo dinamarquês Martin Jorgensem são duas das principais figuras) por 2-1, com dois golos apontados por Roland Linz. O avançado austríaco, que entrou ao intervalo, inaugurou o marcador aos 68 minutos. Três minutos depois, o Coventry City repôs a igualdade, mas, a um quarto-de-hora do final, Linz voltou a facturar. De realçar que Hugo Monteiro, juntamente com o jogador do Coventry McSheffrey, foi expulso aos 28 minutos e que, na segunda metade do desafio, os dois pontas-de-lança de raiz do plantel, Fary e Roland Linz, jogaram em simultâneo. De acrescentar ainda que o Boavista dispôs da melhor ocasião de golo na primeira parte, quando, aos 25 minutos, Mário Silva rematou à barra. Eis a equipa em que o prof. Jesualdo Ferreira apostou:

William; Bessa, Ricardo Silva, Hélder Rosário e Mário Silva; Kazu, Tiago, Lucas e Ricardo Sousa; Hugo Monteiro e Marcos António

Jogaram também: Khadim, Marquinho, Cissé, Fernando Dinis, Essame, Zé Manel, Rafal Grzelak, Fary, Roland Linz e Peter Jehle

O próximo jogo de preparação do Boavista terá lugar na próxima quarta-feira, às 18h30min, no estádio do Varzim Sport Club.



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Coventry City X Boavista - INTERVALO NO RICOH ARENA

Chegou ao fim a primeira parte do encontro de preparação entre Coventry City e Boavista, com o nulo a manter-se. Resta aguardar pela segunda metade do desafio, para a qual se prevê que os "axadrezados" apresentem algumas mudanças, para saber se o marcador vai ou não sofrer alteração.



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Coventry City X Boavista - "ONZE" INICIAL

No segundo duelo em terras saxónicas, o professor Jesualdo Ferreira fez, como seria de esperar, bastantes alterações no "onze" com que o BFC inicia a partida. Apenas Hélder Rosário, Mário Silva, Kazu e Lucas repetem a titularidade, com os "axadrezados" a jogarem em 4-4-2 (figurino testado na segunda parte frente ao Crystal Palace), com um quarteto de médios em que Ricardo Sousa surge como unidade mais adiantada, no apoio aos dois homens da frente, Marcos António e Hugo Monteiro. O vértice mais recuado do meio-campo será Tiago ou Kazu. Eis a equipa inicial do Boavista para o encontro do Ricoh Arena:

William; Bessa, Ricardo Silva, Hélder Rosário e Mário Silva; Kazu, Tiago, Lucas e Ricardo Sousa; Hugo Monteiro e Marcos António



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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006
Crystal Palace 2 - Boavista 1

O Boavista perdeu, hoje à noite, no Selhurst Park (em Londres), frente ao Crystal Palace, por 2-1. Os anfitriões (em que os nomes do guarda-redes húngaro Gabor Kiraly, que defrontou o BFC em 2003, ao serviço do Hertha de Berlim, e do médio alemão Marco Reich merecem especial destaque) chegaram ao intervalo a vencer por 1-0 (golo aos 22 minutos), mas Fary, logo no reatar do desafio, fez o empate. Todavia, o Crystal Palace, a cerca de um quarto-de-hora do apito final, repuseram a vantagem no marcador, o qual não viria a sofrer mais alterações.

O professor Jesualdo Ferreira efectuou as seguintes substituições durante o jogo:

Zé Manel por Ricardo Sousa (ao intervalo)

Roland Linz por Fary (ao intervalo)

Lucas por Essame (ao intervalo)

Mário Silva por Fernando Dinis (aos 62 minutos)

Paulo Sousa por Tiago (aos 62 minutos)

Marquinho por Bessa (aos 68 minutos)

Ao contrário do que acontecera nos encontros diante do Melgacense e do Nelas, o treinador "axadrezado" não operou muitas alterações na equipa no decorrer da partida, optando por dar mais tempo de jogo a alguns dos jogadores do plantel. Peter Jehle, os dois centrais (Hélder Rosário e Cissé), Kazu e Rafal Grzelak disputaram a totalidade do encontro.

O próximo jogo é já no próximo sábado, também em Inglaterra, frente ao Coventry City (que, tal como o Crystal Palace, milita na Division One), no Ricoh Arena, pelas 19h45min.



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Crystal Palace X Boavista - "ONZE" INICIAL

Apesar de se tratar de um encontro de carácter particular, será, com certeza, interessante saber qual o "onze" escalonado por Jesualdo Ferreira para a visita ao estádio do Crystal Palace, naquele que constitui um teste exigente para o novo Boavista. Devendo a equipa jogar em 4-3-3, o "onze" axadrezado é o seguinte:

Peter Jehle; Marquinho, Hélder Rosário, Cissé e Mário Silva; Paulo Sousa, Lucas e Kazu; Zé Manel, Roland Linz e Rafal Grzelak

Fica a dúvida sobre a disposição dos três homens do meio-campo, pois Kazmierczak pode jogar como vértice mais recuado ou ser utilizado como interior-esquerdo, Paulo Sousa também pode actuar como peça mais recuada do tridente ou como interior-direito e Lucas, jogando como médio-interior, tanto pode ser utilizado na direita ou na esquerda.



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Domingo, 23 de Julho de 2006
Nelas 0 - Boavista 2

Movimentações da equipa durante a primeira parte:

Equipa na segunda parte:

Num jogo típico de início de pré-época, sem grandes brilhantismos, o Boavista bateu o Nelas por 2-0. De facto, nota-se que, numa fase ainda muito precoce, o prof. Jesualdo Ferreira ainda tem bastante trabalho pela frente para a equipa assimilar o seu modelo de jogo e funcionar de forma coordenada e harmoniosa em termos de movimentações no 4-3-3 delineado. No entanto, houve alguns jogadores que, ontem, deixaram muito boas indicações, apesar de o encontro ter sido, globalmente, fraco (e, em boa verdade, outra coisa não seria de esperar).

Embora o Nelas milite na 2.ª Divisão Nacional, apresentou-se em campo muito organizada em termos tácticos e na ocupação dos espaços, o que dificultou a tarefa do tridente do meio-campo (sector que será fulcral para o bom funcionamento do futebol deste novo Boavista), principalmente dos dois médios-interiores, mais adiantados do que Tiago e que tinham a responsabilidade de fazer a ligação com o ataque: Kazu (ontem, ao invés de jogar na sua posição habitual - vértice mais recuado do meio-campo, surgiu como médio-interior esquerdo) e Essame (descaído para a direita, era o elemento da linha intermediária com maior vocação ofensiva). Por isso, o Nelas até começou a partida com "sinal mais", fruto de uma entrada em jogo cheia de vontade e com grande garra, o que acabou por impedir a ligação entre os diversos sectores "axadrezados", face à falta de espaços para o meio-campo (em que, na primeira parte, se notou a ausência de um verdadeiro "playmaker", lacuna que foi, em certa medida, suprida por Ricardo Sousa na segunda parte) e ao bloqueio das subidas dos dois laterais, Marquinho e Fernando Dinis, que, principalmente na fase inicial do encontro, denotaram algumas dificuldades em termos de posicionamento, compensadas pelas dobras efectuadas por Cissé, na direita, e por Tiago, que actuou como tradicional "trinco" vocacionado para as compensações defensivas. Todavia, com o avançar do primeiro tempo, os "axadrezados" foram subido, gradualmente de produção, em muito devido à acutilância demostrada por Grzelak (um dos melhores em campo) e à melhoria de Kazu, que, depois de um período em que se mostrou pouco objectivo e esclarecido, começou a efectuar algumas aberturas a 30, 40 metros para o seu compatriota no flanco esquerdo. O golo, quase a fechar o primeiro tempo, apontado por Cissé, de cabeça, na sequência de um canto, acabou por traduzir essa ligeira subida de rendimento.

Na segunda parte (Jesualdo Ferreira fez 9 alterações ao intervalo), o Boavista evidenciou maior espontaneidade e mostrou ser uma equipa mais "solta" de movimentos. Ricardo Sousa, embora ainda não esteja, nem de longe nem de perto, na sua melhor forma, trouxe maior criatividade e dinâmica, em termos de construção de jogo ofensivo, ao meio-campo, conseguindo abrir mais espaços. Bessa foi um lateral mais seguro a defender e, também, mais ofensivo (foi, aliás, do seu pé direito que saiu o cruzamento para o segundo golo, apontado por Fary), Marcos António, que surgiu descaído para a esquerda, mas que aparecia sempre como segundo ponta-de-lança para responder a centros efectuados da direita, mostrou velocidade e bom controlo do bola (combinando bem com Fernando Dinis e, depois, com Nuno Pinto), criando imensas dificuldades ao lateral-direito do Nelas, e Hugo Monteiro revelou maior capacidade no drible e maior rapidez, conseguindo, por isso, romper com maior facilidade, do que Zé Manel. O golo de Fary acabou por ser um prémio justo para a exibição uns "furos" acima na segunda parte, sendo que o BFC esteve perto do terceiro golo por duas ocasiões: num remate de Fary e, minutos depois, num cabeceamento de Marcos António. Nos minutos finais do jogo, porém, o ritmo baixou imenso, com as duas equipas a aguardarem pelo apito final.

Análise individual:

Peter Jehle - não teve uma tarde feliz na meia-hora que esteve em campo. Começou mal o jogo, com uma saída "em falso" na sequência de um canto do Nelas. Acabou por melhorar ligeiramente nos minutos seguintes, mostrando maior segurança, mas acabou a partida com dois lances que causaram alguns "calafrios": primeiro, uma finta arriscada que, por pouco, não permitia a recuperação de bola por parte do avançado do Nelas; segundo, num cruzamento na sequência de um livre perto da grande área, em que socou a bola de forma algo deficiente.

Marquinho - como já foi referido, mostrou-se algo perdido na fase inicial da partida, mas, rapidamente, conseguiu descobrir os espaços que deveria ocupar, o que lhe valeu uma actuação sem grandes "sobressaltos", mas que não foi "abrilhantada" com subidas pelo seu flanco.

Cissé - a grande capacidade no jogo aéreo e a segurança nas dobras e na marcação são predicados que já são conhecidos da época passada. Com a bola nos pés, optou por nunca inventar, o que lhe garantiu uma exibição à sua imagem: consistente. O golo marcado, na sequência de um excelente golpe de cabeça, "coroou" uma actuação muito positiva. Parece muito bem lançado para garantir a titularidade.

Tambussi - foi o último a integrar o estágio e parece, claramente, pesado, pelo que tem muito para trabalhar, principalmente no aspecto físico, no mês que falta para o início da liga. No entanto, mostrou bom posicionamento e autoridade no desarme. Deixou, por isso, boas indicações.

Fernando Dinis - é um lateral com uma boa compleição física, como, no futebol da actualidade, se impõe, e mostrou, também, apetência ofensiva, sobretudo na segunda parte, em que, mais solto, conseguiu penetrar na grande área do Nelas e, se tivesse feito o passe atrasado algumas facções de segundo mais cedo, colocaria Fary em boa situação para marcar. Todavia, tem de ser mais rápido a recuperar, após as subidas pelo seu flanco, e de ganhar maior disciplina táctica (no que concerne ao posicionamento no terreno), de modo a conceder menos espaços pela ala esquerda.

Tiago - nas funções em que, claramente, se sente mais à vontade e rende mais (elemento mais recuado do meio-campo), conseguiu cumprir as missões de que foi incumbido: fechar as zonas de penetração pelo corredor central e fazer as compensações aos dois laterais. No passe, apesar de não ter arriscado, nunca comprometeu.

Essame - lutou imenso e recuperou muitas bolas, mas, sendo utilizado com principal unidade ofensiva do meio-campo, não conseguiu fazer aberturas dignas de realce para o ataque.

Kazmierczak (Kazu) - actuando, desta vez, com funções de transportar jogo e fazer a ligação com o ataque, Kazu evidenciou alguma desorientação sempre que tinha a bola nos pés, na fase incial da partida. Todavia, a partir dos 25/30 minutos, começou a evidenciar maior objectividade, efectuando algumas aberturas de qualidade para Grzelak. Além disso, nos 45 minutos em que jogou, mostrou ser um jogador fortíssimo no jogo aéreo, o que será, certamente, importante na batalha a meio-campo, e, na sequência de um canto, esteve próximo do golo através de um golpe de cabeça.

Zé Manel - francamente mal. Revelou pouca acutilância e nunca teve a velocidade suficente para "furar" pelo flanco direito. Além disso, não deu o auxílio de que Marquinho, na fase inicial do encontro, necessitava. Fruto da pouca rapidez demonstrada, teve sempre a tendência para flectir para zonas mais interiores, algo que o prof. Jesualdo Ferreira procurou, insistemente, corrigir.

Rafal Grzelak - provavelmente, a melhor unidade da equipa durante a primeira parte. Mostrou velocidade, capacidade no drible e inteligência para fugir da marcação de dois/três adversários. Deixou, portanto, excelentes apontamentos, que o tornam um dos principais candidatos a um lugar nas faixas do ataque. Além disso, cobrou o canto que originou o golo de Cissé e, quando passou para o flanco direito, por troca com Zé Manel, deu uma importante ajuda a Marquinho, o que contribuiu para a subida de rendimento deste último.

Roland Linz - é, claramente, o típico ponta-de-lança que gosta de actuar entre os defesas-centrais adversários. Tentou movimentar-se de modo a encontrar mais espaços para ser solicitado por colegas de equipa, mas a verdade é que apenas Grzelak conseguiu ser um elemento dinâmico no apoio a Linz. O avançado Linz, por causa desse pouco apoio por parte da equipa, acabou por rubricar uma exibição muito apagada.

Khadim - jogou, tal como Jehle e William, durante meia-hora. Nesse período, o Nelas pouco ou nada de relevante, em termos ofensivos, conseguiu fazer, pelo que teve uma actuação tranquila.

Bessa - ganhou alguns "pontos" na corrida pela titularidade no lado direito da defesa. Mostrou maior confiança do que Marquinho, o que lhe valeu uma maior capacidade ofensiva. Tirou alguns bons cruzamentos, um dos quais serviu Fary para o segundo golo da partida. O único pormenor negativo da sua exibição foi um péssimo passe, efectuado para uma zona proibida (a zona central da defesa), que poderia ter resultado em perigo, não fosse o corte de Hélder Rosário. No entanto, esse erro não é suficiente para "manchar" uma actuação muito positiva.

Ricardo Silva - surpreendentemente, acabou por ser, dos quatro centrais, aquele que se exibiu em pior nível. Não mostrando a consistência e a autoridade (que lhe permitiram ser, na segunda volta da época passada, o "patrão" da defesa do BFC) que lhe são características, Ricardo Silva falhou algumas intercepções, quer de cabeça quer pelo chão, que resultaram em lances que poderiam ter sido comprometedores. O facto de se ter lesionado na última quarta-feira e a fase muito precoce da pré-época serão, certamente, justificações para não ter protagonizado uma actuação com a qualidade a que tem habituado os boavisteiros.

Hélder Rosário - seguro no jogo aéreo (uma das suas principais lacunas), Hélder Rosário esteve muito bem no auxílio a Fernando Dinis (por isso, a produção deste último subiu na segunda parte) e, depois, a Nuno Pinto. Compensou, também, a tarde relativamente infeliz de Ricardo Silva.

Paulo Sousa - ao contrário do que aconteceu na época passada, Paulo Sousa foi encarregue de desempenhar o papel de Tiago na primeira parte: fechar os espaços pelo corredor central e fazer as compensações. Esteve bem nessa tarefa, apesar de não ter a mesma disciplina táctica de Tiago e de ter falhado alguns passes. Foi mais ofensivo que o seu "concorrente" para o lugar.

Lucas - nota-se que ainda está longe da sua melhor forma: não foi o "guerreiro" e o box-to-box habituais, muito por culpa do facto de se apresentar algo pesado. No entanto, foi subindo de rendimento com o passar dos minutos e, através das basculações para o flanco direito, soube compensar as subidas de Bessa.

Ricardo Sousa - entrou com vontade de ganhar um lugar no "onze" e emprestou maior dinâmica ao meio-campo, permitindo fazer uma melhor ligação entre sector e o ataque, em comparação com o que aconteceu na primeira parte. Em relação a 2003/2004, está mais forte em termos físicos, o que lhe permite jogar ligeiramente mais recuado no terreno e com maiores preocupações defensivas, encaixando, assim, no 4-3-3 de Jesualdo. Esteve perto do golo por duas ocasiões: a primeira num livre junto à esquina esquerda da grande área e a segunda na sequência de um erro defensivo que lhe valeu uma recuperação de bola em zona privilegiada. Em ambas as ocasiões, o esférico passou muito perto do canto superior esquerdo da baliza do Nelas.

Hugo Monteiro - irreverente e acutilante: a equipa ganhou maior capacidade de conduzir o ataque pelo flanco direito. A velocidade e o poder de finta são atributos que podem tornar Hugo Monteiro numa das revelações desta Liga, depois de uma época transacta em que merecia mais oportunidades. Mostrou um bom entendimento com Bessa, na direita, e, quando passou para a ala oposta, também combinou bem com Nuno Pinto.

Marcos António - uma das boas surpresas da partida de ontem. Apesar de ser avançado, jogou ligeiramente descaído para a esquerda, flectindo para o "coração" da grande área sempre que eram feitos cruzamentos da direita e aparecendo sempre que o esférico era endossado para a área. Rápido e com bom controlo de bola, Marcos António causou imensos problemas ao lateral-direito e aos centrais do Nelas. Quando passou para a direita, manteve a mesma toada e quase viu a sua actuação premiada com um tento, ao cabecear ligeiramente ao lado. Um jogador a observar nos próximos jogos..

Fary - mais um jogo, mais um golo. Entendeu-se bem com Marcos António, recuando, face às diagonais deste último para o interior da área, por algumas ocasiões, para vir buscar jogo. Marcou um golo e podia ter bisado, mas, depois de ter recebido bem o esférico, rematou por cima. Continua, contudo, a evidenciar fragilidade nos confrontos físicos com os centrais adversários.

Nuno Pinto - mais uma boa surpresa. Apesar de ser extremo-esquerdo, foi utilizado como lateral e a verdade é que cumpriu. Se é certo que Hélder Rosário deu um auxílio importante, Nuno Pinto mostrou bastante segurança na ocupação dos espaços no flanco esquerdo, não concedendo grandes veleidades aos adversários que descaíam para a sua faixa, e foi um lateral muito ofensivo. Outro jogador que merece ser observado nos próximos encontros particulares.

William - tal como Khadim, teve uma actuação tranquila, mas acabou por ter mais trabalho. No entanto, sempre que foi chamado a intervir, fê-lo com grande segurança.

O Notícias do Bessa esteve, uma vez mais, a acompanhar o Boavista. Ficam algumas fotos do jogo de ontem:

Kazmierczak (Kazu)

A concentração de Peter Jehle, ainda durante o aquecimento

Marquinho

Rafal Grzelak

Roland Linz

Leo Tambussi

Kazu após um cabeceamento perigoso para a baliza do Nelas

Marcos António

Bessa a efectuar um lançamento lateral

William: mais uma época ao serviço do BFC...

Canto cobrado por Ricardo Sousa, na segunda parte, mas que acabou por não resultar em perigo

As correcções a fazer são muitas numa fase tão inicial da pré-época...

O próximo jogo do Boavista terá lugar na próxima quarta-feira, em Londres, frente ao Crystal Palace, e, no sábado, os "axadrezados" jogam em Coventry, diante da equipa local.



publicado por pjmcs às 12:01
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Sábado, 22 de Julho de 2006
2.º Teste na Pré-Temporada, hoje, às 18 horas, em Nelas

Depois da goleada ao Melgacense, no jogo-treino que fechou o estágio de pré-época em Melgaço, o Boavista, hoje, pelas 18 horas, desloca-se a Nelas para defrontar um adversário que, por militar na 2.ª Divisão Nacional, é, obviamente, mais exigente que o Melgacense. O prof. Jesualdo Ferreira deverá continuar a apostar no seu sistema táctico predilecto, o 4-3-3, de modo a que a equipa possa continuar a ganhar rotinas no modelo de jogo definido pelo seu treinador.



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Quinta-feira, 20 de Julho de 2006
Melgacense 0 - Boavista 9

No jogo de despedida do estágio de pré-época e primeiro ensaio táctico da equipa do prof. Jesualdo Ferreira os axadrezados marcaram 9 golos sem resposta.

O Boavista alinhou incialmente com:

William; Marquinho, Hélder Rosário, Cissé e Mário Silva; Lucas, Kazmierczak e Essame; Zé Manel, Roland Linz e Grzelak.

Foram ainda utilizados:

Peter Jehle, Bessa, Leo Tambussi, Fernando Dinis, Paulo Sousa, Tiago, Ricardo Sousa, Hugo Monteiro, Fary, Marcos António e Khadim.

Marcadores:

Lucas - 5’
Essame - 18’
Roland Linz - 26’
Kazmierczak - 42’
Ricardo Sousa - 48’
Fary - 59’ e 70’
Marcos António - 71’
Leo Tambussi - 82’



publicado por pjmcs às 08:53
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Sábado, 15 de Julho de 2006
Confirmado: Tambussi de xadrez por três anos.
Tal como noticiamos o susbtituto de Cadú está encontrado.
 
Leonardo Tambussi chegou ao centro de estágio de Melgaço e já participou no treino vespertino.
 
O jogador argentino, ex-internacional sub-20, poderá ser um reforço de vulto e é com grande expectativa que aguardamos a sua estreia com a camisola do Boavista.


publicado por pjmcs às 10:28
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2006
Substituto de Cadú já encontrado?
Segundo o jornal "A Bola" o defesa argentino Leonardo Tambussi, a jogar na equipa mexicana Dorados, será a próxima contratação da equipa axadrezada.
 
Dados recolhidos pelo Notícias do Bessa:
 
Nome completo: Leonardo Gabriel Tambussi
 
Data de Nascimento: 02/09/1981
  
Tambussi em acção quando actuava nos argentinos do Racing (2004)


publicado por pjmcs às 19:12
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