Sábado, 27 de Novembro de 2004
Próximo Jogo
Moreirense FC X Boavista FC - Domingo, 5 de Dezembro de 2004, às 16h.
Parque Desportivo Joaquim de Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos.

O Boavista, extremamente moralizado pelas duas grandes vitórias consecutivas que obteve, vai a casa de um Moreirense que precisa urgentemente de pontos. O BFC vai procurar manter-se nos primeiros lugares, tendo em conta, no entanto, que a deslocação a Moreira de Cónegos é sempre complicada.


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Boavista 3 - Beira Mar - 0: O Boavista responde da melhor forma às críticas.

Boavista – Carlos; Hélder Rosário, Cadú, Éder e Carlos Fernandes; Tiago e André Barreto (Frechaut, aos 57min); Zé Manel, Toñito e Diogo Valente (Martelinho, aos 57min); Cafú (Felipe Flores, aos 86min) 


 


Treinador: Jaime Pacheco


 


Beira-Mar – Srnicek; Levato, Alcaraz, Ricardo e Mário Loja; Beto (Filipe, aos 88min) e Paul Murray; McPhee, Rui Lima e Kingsley (Heitor, aos 64min); Santiago "Tanque" Silva (Pablo Rodriguez, aos 88min)



Treinador: Manuel Cajuda


 


Não poderia haver melhor maneira de o Boavista dar sequência à vitória obtida no Estádio do Dragão. Obteve um triunfo expressivo e realizou uma excelente exibição. Os "axadrezados" praticaram um futebol apoiado, com uma harmoniosa ligação entre os sectores da equipa, construindo jogadas de envolvimento ofensivo que chegaram a deliciar a assistência presente no Estádio do Bessa Século XXI. Toñito foi o organizador de jogo e a verdade é que foi o melhor em campo, jogando e fazendo jogar a equipa. O espanhol foi, frequentemente, buscar jogo a zonas mais recuadas do terreno e recorreu ao seu poder de finta e capacidade de passe para realizar uma exibição de luxo. Após 10 minutos inicias em que a partida não teve momentos de grande interesse, o Boavista começou a dominar o encontro. Destaque para uma jogada muito bem trabalhada na qual faltou apenas um último passe de qualidade: Carlos Fernandes tabela com Toñito, fazendo, de seguida, o passe para o centro; Zé Manel faz a simulação, deixando a bola para Cafú, que, de primeira, com a parte exterior do pé direito, acaba por aplicar pouca força na assistência para o ex-pacense. Quase logo a seguir, Zé Manel, à entrada da grande área, desfere um forte remate rasteiro, Srnicek não agarra e Cafú, fazendo uso da sua rapidez, consegue executar a recarga, que, no entanto, sai por cima da baliza aveirense. O golo boavisteiro haveria de surgir pouco depois, aos 25 minutos: Tiago, na esquerda, coloca a bola em Toñito, que se encontra no flanco oposto; o número 10 "axadrezado" faz o passe para Éder, que cruza para o interior da grande área, respondendo Diogo Valente de cabeça, acabando por sobrar a bola para a Cadú e Cafú, culminando no tento inaugural. Apesar de, no estádio, ter sido dada a indicação de que foi Cafú a apontar o primeiro golo, fica a dúvida sobre quem, efectivamente, deu o último toque antes do esférico entrar na baliza. Os últimos 15 minutos da primeira parte mostraram um Beira Mar mais ofensivo, valendo ao Boavista a inspiração do guarda-redes Carlos. O intervalo chegava com um justo 1-0, ficando, contudo, a preocupação pela descida de rendimento do BFC no último quarto-de-hora da primeira parte. A etapa complementar iniciou-se com o Beira Mar a tentar "pegar" no jogo e o Boavista a procurar responder em contra-ataque. Aos 55min, Jaime Pacheco substituiu Diogo Valente (muito esforçado; deu um precioso auxílio a Carlos Fernandes no flanco esquerdo da defesa) por Martelinho e André Barreto por Frechaut. Se a primeira alteração pouco acrescentou à equipa, a segunda teve o condão de fornecer maior consistência ao meio-campo. Pouco a pouco, o Boavista voltava a subir no terreno, uma vez que as iniciativas atacantes do "auri-negros" eram inconsequentes, falhando, no entanto, o último passe por diversas ocasiões. Toñito era o maestro da equipa e Cafú, que nunca virou a cara à luta, procurava, recorrendo à sua velocidade, penetrar na grande área beiramarense, optando, porém, em algumas situações, pela opção menos acertada. Todavia, começava a prever-se que iria surgir o 2-0. Destaque para um remate em jeito, com o pé esquerdo, de Hélder Rosário (foi ganhando confiança ao longo da partida, subindo no terreno com mais frequência no segundo tempo), que passou ligeiramente por cima da barra. O segundo golo acabou por não tardar, aparecendo aos 80min: Cafú finta um defensor aveirense; ainda relativamente longe da grande área, o avançado cabo-verdiano assiste, com um passe espectacular, Zé Manel, que, perante Srnicek, não vacila e faz o 2-0 com uma magistral execução. A merecia tranquilidade chega para o Boavista, que, poucos minutos depois, aponta mais um tento: Toñito, aproveitando a desatenção da defensiva aveirense, marca rapidamente um livre a meio do meio-campo do Beira-Mar, desmarcando Zé Manel, que, mais uma vez diante de Srnicek, realiza um excelente trabalho, "fugindo" para a esquerda, acabando por endossar a bola a Cafú, que factura pela segunda vez, recompensando, assim, mais uma partida em que mostrou toda a sua abnegação. O BFC podia ter feito o quarto golo: Flores (que rendeu Cafú, para a ovação da noite) faz um excelente cruzamento para Hélder Rosário, que, porém, cabeceia por cima. O jogo terminava com uma vitória folgada do Boavista, numa noite em que voltou a fazer a pressão alta de que Jaime Pacheco tanto gosta (fazendo pouquíssimas faltas: somente 2 na primeira parte), apostando amiúde na circulação de bola com progressão. Além do já referido Toñito, destaque, como é óbvio, para Cafú (não só pelos dois golos apontados, mas sobretudo para garra que demonstrou; para ele, não havia lances perdidos), Zé Manel (regressou às grandes exibições, conciliando a sua rapidez com uma grande capacidade técnica), Cadú (intratável no jogo aéreo), Hélder Rosário (imperial a defender, atacou bastante na segunda parte, não revelando receio em subir no terreno) e Carlos (mais uma actuação seguríssima, transmitindo tranquilidade a todo os seus colegas de sector). VIVA O BOAVISTA!!!



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Domingo, 21 de Novembro de 2004
Próximo Jogo
Boavista FC X SC Beira Mar - Sexta-feira, 26 de Novembro de 2004, às 21h30min.
Estádio do Bessa Século XXI.

O Boavista moralizado pelo excelente triunfo frente ao FC Porto, regressa ao seu estádio para defrontar a também motivada equipa do Beira Mar, que impôs uma igualdade ao Sporting.


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FC Porto 0 - Boavista 1: EXTRAORDINÁRIA VITÓRIA DO BOAVISTA!!!

FC Porto – Vítor Baía; Seitaridis, Jorge Costa, Pedro Emanuel e Areias; Costinha, Bosingwa e Maniche; Quaresma (Hugo Almeida, aos 56min), McCarthy e Derlei (Hélder Postiga, aos 77min)



Treinador: Victor Fernández



 


Boavista – Carlos; Hélder Rosário, Cadú, Éder (Martelinho, ao intervalo) e Milhazes; Frechaut, Tiago e André Barreto (João Pinto, aos 64min); Toñito, Cafú e Diogo Valente (Zé Manel, ao intervalo)



 


Treinador: Jaime Pacheco


 


O Boavista redimiu-se da melhor maneira do resultado de Alvalade, sendo a primeira equipa visitante a ganhar no Estádio do Dragão. Apresentando muita organização no seu meio-campo defensivo, com os seus centro-campistas a fecharem as linhas de passe ao FC Porto, o BFC não concedia espaços ao seu rival. Jaime Pacheco surpreendeu tudo e todos ao deixar João Pinto e Zé Manel no banco e ao dar a titularidade a Carlos. Os "axadrezados" apostavam num meio-campo combativo, capaz, por intermédio de André Barreto e, principalmente, Frechaut, de lançar, em velocidade, os três homens da frente. Além disso, A.Barreto constituía uma preciosa ajuda a Milhazes, que acabou por não ter grandes problemas para travar Quaresma. Fruto da excelente estratégia desenhada por Pacheco, o FC Porto não criava uma única oportuindade para colocar minimamente em causa o zero que se regista no "placard" da formação anfitriã. Assim, os campeões da Europa ficavam cada vez mais nervosos e McCarthy, ao agredir por duas (!) vezes Milhazes, num comportamento que pode, quiçá, adequar-se a outros desportos que não, seguramente, o futebol, foi justamente expulso. O intervalo chegava pouco tempo depois, com um Boavista a ganhar, progressivamente, confiança e um nulo correcto no marcador. Ao intervalo, Pacheco trocava o inexperiente Diogo Valente por Zé Manel e colocava Martelinho a lateral-direito, rendendo Éder, passando Hélder Rosário para o eixo da defesa, numa tentativa de fornecer maior capacidade ofensiva a esse flanco. E conseguiu-o. Toñito jogava mais apoiado pelo defesa-direito, o que resultava numa melhoria evidente da exibição do espanhol, que chegou a marcar, num lance invalidado por um alegado fora-de-jogo (que não existiu). Face à deslocação de Bosingwa para a direita do ataque portista, eram concedidos mais espaços no meio-campo, sector onde o Boavista sempre foi superior, e o BFC conseguia circular a bola com tranquilidade. Poderia, inclusive, ter inaugurado o marcador, não fosse o árbitro assistente, para além do já referido tento de Toñito, ter anulado duas jogadas em que Zé Manel ficava isolado perante Baía, assinalando dois foras-de-jogo inexistentes. O FC Porto, por sua vez, limitava-se a executar lançamentos longos desde a defesa, esperando que um ressalto ou uma descoordenação defensiva boavisteira permitissem o golo aos "azuis-e-brancos". Perante este cenário, Jaime Pacheco acreditou que podia vencer o encontro e substituiu André Barreto por João Pinto. Se o Boavista perdia alguma segurança no seu lado-esquerdo da defesa, permitindo que Bosingwa tivesse mais espaços, ganhava maior criatividade no ataque. Até ao final do jogo, o FC Porto só por uma vez ameaçou chegar ao golo: numa desconcentração quase geral da defesa "axadrezada", Hugo Almeida, em posição frontal, remata forte para uma espectacular intervenção de Carlos, que fez a sua estreia a titular e, num ambiente complicadíssimo, nunca vacilou. Do outro lado, praticamente de seguida, um passe a rasgar para Cafú obriga Baía a sair, acabando por aliviar a bola de forma deficiente. Martelinho tentou, de longe, aproveitar a ausência do guarda-redes portista da baliza, remantando, no entanto, ligeiramente ao lado. O final aproximava-se a passos largos e, já em período de compensações, Frechaut, o patrão de meio-campo, grande actuação do internacional português no lugar onde rende mais, desmarca Cafú (o melhor em campo pela entrega que demonstrou), que, perante Baía, faz o único golo da partida. Pouco depois, o jogo terminava com o Boavista a conseguir uma brilhante vitória, que premiou a equipa mais objectiva no ataque e mais organizada no seu sector mais recuado. Destaque, para além dos já citados Cafú, Frechaut, Carlos e Toñito (que, no segundo tempo, evidenciou toda a sua técnica aliada à rapidez no flanco direito do ataque), Milhazes, que travou, de forma impecável Quaresma e Hélder Rosário (imperial quer a lateral-direito, quer a defesa-central). Portanto, os jogadores do Boavista e a sua equipa técnica, com Pacheco à cabeça, estão completamente de parabéns pela maneira como o BFC, vindo de uma pesada derrota, conseguiu jogar de forma serena e inteligente em casa do campeão europeu, arrecadando uma vitória feliz, é certo, mas que acaba por se ajustar. VIVA O BOAVISTA!!!



publicado por pjmcs às 19:57
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Sábado, 20 de Novembro de 2004
Antevisão FC Porto X Boavista

Equipas prováveis:


 


FC Porto – Vítor Baía; Seitaridis, Jorge Costa, Pedro Emanuel e Areias; Costinha, Bosingwa e Maniche; Quaresma, McCarthy e Derlei



Treinador: Victor Fernández


 


Boavista – Khadim; Frechaut, Hélder Rosário, Éder e Carlos Fernandes; Lucas e Tiago; Martelinho, João Pinto e Zé Manel; Felipe Flores 


 


Treinador: Jaime Pacheco


 


Será um Boavista "ferido" no seu orgulho aquele que vai entrar, hoje, no relvado do Estádio do Dragão, para defrontar o seu rival de sempre. Não obstante a humilhante derrota sofrida em Alvalade, não são aguardadas grandes alterações no "onze". João Pinto deverá recuar no terreno, sendo o organizador de jogo, passando Felipe Flores ou Cafú para o posto de ponta-de-lança. Nas alas, Zé Manel e Martelinho (que completou ontem 30 anos) serão os prováveis titulares, se bem que Toñito também possa constituir opção para o flanco direito. Mais atrás, na defesa, há dúvidas sobre quem será o lateral-direito: Pacheco poderá apostar na experiência de Frechaut para travar Derlei, recorrer à rapidez de Nélson ou em Hélder Rosário, que, nos últimos três jogos antes de se lesionar, ocupou esse lugar. Todavia, o mais certo é que o número 37 "axadrezado" faça dupla com Éder no centro da defesa. Quanto a Carlos Fernandes, o lateral-esquerdo terá a difícil tarefa de anular Quaresma. Se o conseguir, a equipa portista perderá uma parte significativa da sua capacidade ofensiva. No meio-campo, além de JVP, Tiago manterá a titularidade, jogando ao lado de Lucas. Porém, André Barreto ou Frechaut (caso não seja o escolhido para ocupar o lado direito da defesa) podem ser hipóteses para fazer parceria com o 66 boavisteiro. No que concerne ao FC Porto, face às ausências de Diego e Carlos Alberto, Maniche funcionará como distribuir de jogo, com Bosingwa a auxiliar Costinha, que fará a marcação individual a João Pinto, num duelo que, possivelmente, será decisivo na decisão do encontro. É evidente que o FC Porto, porque joga em casa, é o favorito, mas o Boavista, se for uma equipa organizada no seu meio-campo defensivo, procurando fechar os espaços ao ataque "azul-e-branco", e explorar convenientemente as capacidades do seus jogadores mais ofensivos, pode, perfeitamente, discutir a partida e, quem sabe, trazer um bom resultado neste "derby" portuense. Jaime Pacheco tentará repetir a fantástica vitória por 2-0 obtida no Estádio das Antas, em 1998. FORÇA BOAVISTA!!! 



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Terça-feira, 16 de Novembro de 2004
Próximo Jogo
FC Porto X Boavista FC - Sábado, 20 de Novembro de 2004, às 18h45min.
Estádio do Dragão, no Porto.

O Boavista vai procurar recuperar da desagradável surpresa de Alvalade, no sempre apetecido "derby" da cidade Invicta. Pela frente, terá o actual campeão europeu e nacional, moralizado pela ascensão à liderança da Superliga.


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Sporting 6 - Boavista 1

Sporting – Ricardo; Rogério, Enakarhire, Polga e Rui Jorge; Custódio, Rochemback, Carlos Martins (Danny, aos 59min) e Hugo Viana (Paíto, aos 80min); Douala (Pinilla, aos 71min) e Liedson 



Treinador: José Peseiro



Boavista – Khadim; Cadú, Éder e Carlos Fernandes (Nélson, aos intervalo); Lucas, Frechaut, Tiago (Jorge Silva, aos 62min) e André Barreto (Felipe Flores, ao intervalo); Martelinho, João Pinto e Zé Manel



Treinador: Jaime Pacheco


O Boavista sofreu uma humilhante derrota em Alvalade por 6-1. Frente a uma equipa que, não obstante o mérito que tem na vitória conseguida, viveu a sua vida facilitada. O sector defensivo do BFC foi uma verdadeira castástrofe e a desorganização da equipa foi por demais evidente. Com um sistema táctico (?) difícil de entender, é cada vez mais incompreensível por que razão continua Pacheco a colocar João Pinto a ponta-de-lança e Nélson em todos os lugares possíveis excepto a defesa-direito (posição que não ocupada por absolutamente ninguém; Douala teve uma tarefa muito simples), do mesmo modo que foi possível verficar que Lucas e Frechaut estavam completamente desorientados, não sabendo se deviam permanecer no meio-campo ou ajudar a fechar o flanco direito da defesa, o mesmo acontecendo com Martelinho, que não podia ser extremo e lateral ao mesmo tempo. Além disso, André Barreto não é um médio de marcação, mas sim um centro-campista com vocação ofensiva, a dupla de centrais que alinhou no terreno da formação lisboeta (Éder e Cadú) é constituída por jogadores cuja rapidez não é, claramente, o seu forte, a Tiago faltou garra e agressividade, Carlos Fernandes é um bom lateral-esquerdo, mas não tem experiência com central (principalmente quando não se tem qualquer companheiro a auxiliar na esquerda), Khadim esteve em dia não e Toñito e Flores parecem possuir qualidade suficiente para merecerem mais oportunidades. Assim, a goleada consentida acaba por ser uma consequência de uma série infindável de equívocos. Foi com Sporting, mas podia ter sido com qualquer outra equipa. No entanto, é importante salientar o esforço de João Pinto (fez o que pôde) e de Frechaut (ainda tentou pegar no jogo "axadrezado") e as boas entradas em campo de Felipe Flores (marcou um golo e sofreu uma grande penalidade de Polga, que só o árbitro não viu) e de Jorge Silva (procurou emprestar alguma serenidade à equipa). Destaque também, embora, como é óbvio, não sirva de desculpa para a péssima actuação boavisteira, para a má actuação de Duarte Gomes, que, além do "penalty" acima mencionado, perdoou uma agressão de Rochemback a André Barreto (parece que o jogador brasileiro apresenta uma clara apetência para ter um comportamento muito pouco edificante nos jogos com o nosso clube; na época passada, ele terminou com a carreira de Pedrosa) e esteve mal ao assinalar o canto que originou o golo inaugural (Douala foi o último a tocar na bola, além de ter cometido falta sobre Cadú). É criticável, igualmente, a atitude verdadeiramente ridícula de Liedson, após o 5-1, mais uma vez daquelas a que o avançado sportinguista nos tem vindo a habituar desde que chegou à Superliga, juntamente com as exageradas comemorações de Ricardo, aquando do 6.º tento (será que já se esqueceu do clube que lhe deu projecção em Portugal?). Para finalizar, urge referir que o plantel do BFC para esta época apresenta jogadores com grande capacidade, pelo que não há justificação para esta equipa técnica não conseguir, pelo menos, o acesso a uma competição europeia.


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Domingo, 14 de Novembro de 2004
Antevisão do Sporting X Boavista

Equipas prováveis:


Sporting – Ricardo; Rogério, Enakarhire, Polga e Rui Jorge; Custódio, Rochemback, Carlos Martins e Hugo Viana; Douala e Liedson 


 


Treinador: José Peseiro


 


Outros convocados: Tiago, Hugo, Miguel Garcia, Paíto, Tinga, Pedro Barbosa, Danny e Pinilla 



Boavista – Khadim; Frechaut, Cadú, Éder e Carlos Fernandes; Lucas, Tiago e André Barreto; Martelinho, João Pinto e Zé Manel


 


Treinador: Jaime Pacheco


 


Outros convocados: William, Jorge Silva, Nélson, João Pedro, Toñito, Diogo Valente, Cafú e Felipe Flores


O Boavista vai realizar hoje o primeiro de dois clássicos num espaço de uma semana, defrontando o Sporitng, em Alvalade. Com três pontos de vantagem para o seu adversário, o BFC vai procurar manter a tendência positiva fora de casa, aproveitando a intranquilidade do rival lisboeta. Jaime Pacheco deverá reforçar o meio-campo com a entrada de Lucas (também poderá jogar Toñito) para fazer face aos quatro médios sporitnguistas, permintindo que André Barreto e Lucas auxiliem os dois laterais. Na frente, João Pinto deverá jogar "nas costas" dos rápidos Zé Manel e Martelinho. No sector defensivo, será frequente a passagem para três centrais (quer Frechaut, quer Carlos Fernandes são jogadores fortes no jogo aéreo), passando um dos laterais para terceiro defesa-central, recuando um dos médios do flanco em questão. João Pinto terá a função de fazer a ligação meio-campo - ataque, apoiando Zé Manel e Martelinho, tentando ele próprio responder aos cruzamentos. No Sporting, o sistema táctico será o habitual 4-4-2, apostando na circulação de bola para a colocar no irrequieto Douala ou no perigoso Liedson. O Boavista terá de ser uma equipa serena, procurando fechar os espaços no seu meio-campo, não pode conceder grande liberdade a Douala e Liedson e, no ataque, pode apostar em jogadas de envolvimento ofensivo ou em contra-ataques rápidos. Uma vitória neste encontro pode lançar os "axadrezados" para altos voos... FORÇA BOAVISTA!!! 


 



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Terça-feira, 9 de Novembro de 2004
Sorteio da 5.ª Eliminatória da Taça de Portugal
O sorteio realizado hoje ditou o Vianense (da III Divisão) como adversário do Boavista nos 16 avos-de-final da Taça de Portugal. A deslocação "axadrezada" a Viana do Castelo está marcada para o dia 12 de Janeiro de 2005.





publicado por pjmcs às 13:31
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Segunda-feira, 8 de Novembro de 2004
Próximo Jogo
Sporting CP X Boavista FC - Domingo, 14 de Novembro de 2004.
Estádio José Alvalade, em Lisboa.

O Boavista vai, no seu primeiro "clássico" desta época, procurar dar sequência à excelente carreira fora de casa, numa cidade onde já venceu há 2 jornadas. No encontro com o Sporting, equipa que o BFC recebeu na pré-época, empatando a uma bola, destaque para o regresso de João Pinto a Alvalade.


publicado por pjmcs às 15:24
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