Quarta-feira, 30 de Junho de 2004
Confrontos anteriores: Portugal 2 X Holanda 2 (Apuramento para o Mundial 2002) - Março de 2001
Num Estádio das Antas completamente cheio, numa noite chuvosa, Portugal fazia o seu segundo jogo com a Holanda, depois da vitória 0-2 em Roterdão, num grupo que também incluía República da Irlanda, Estónia, Chipre e Andorra. Face ao resultado de Roterdão e aos empates de Portugal e Holanda em casa com a Irlanda (1-1 e 2-2, respectivamente), a Holanda partia para o jogo na cidade do Porto com a necessidade imperiosa de ganhar. Para Portugal a derrota não significava o final do sonho de ir ao Mundial, enquanto que a vitória practicamente garantia a presença no Oriente. O empate beneficiava mais Portugal, apesar de jogar em casa, uma vez que garantia, praticamente, pelo menos o segundo lugar no grupo e mantinha intactas as esperaças pela vitória no grupo, enquanto que retirava a Holanda quase todas as hipóteses de chegar ao primeiro lugar e obrigava os "laranjas" a derrotar a Irlanda em Dublin para disputar o "playoff". A Holanda entrou melhor no jogo, ganhando superioridade no meio-campo, e, na conversão de uma penalty duvisoso, inaugurou o marcador por Jimmy Hasselbank. Portugal, a perder, não conseguia abrir espaços no meio-campo holandês e a Holanda conseguia contra-atacar muito bem pelas alas, onde estavam Zenden e Overmars, que ultrapassavam facilmente os laterais Secretário e Rui Jorge. Foi, por isso, com alguma naturalidade que a Holanda, logo no início da segunda parte, aumentou para 0-2: Overmars conseguiu penetrar, pela esquerda, na área lusa, colocando a bola em Kluivert, que bateu Quim com um remate com o pé esquerdo. Portugal só nessa altura conseguiu reagir e Fernando Couto esteve muito próximo do golo ao cabecear por cima da barra da baliza de van der Sar. António Oliveira arriscou colocando Nuno Gomes e Capucho em campo. A Holanda denotou um visível excesso de confiança, pensando que o encontro estava resolvido, e pagou muito caro por isso. Portugal, à entrada para o quarto-de-hora final, presssionava cada vez mais e Pauleta, a passe de Rui Costa, reduziu para 1-2, a 10 minutos do fim, devolvendo a esperança aos adeptos portugueses. A Holanda começava a sufocar, encolhendo-se cada vez mais no último terço do seu meio-campo, e Capucho, no último minuto da partida, foi derrubado na grande área holandesa. Num ambiente de forte expectativa, Figo não tremeu e converteu a grande penalidade. Portugal conseguia o empate, que sabia a vitória, de forma dramática e dava um importante passo rumo à qualificação para o Mundial 2002 na Coreia do Sul e no Japão.


publicado por pjmcs às 16:51
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Confrontos anteriores: Holanda 0 X Portugal 2 (Apuramento para o Mundial 2002) - Outubro de 2000
Poucos meses após a brilhante carreira no Euro 2000, Portugal regressava à Holanda, desta feita para defrontar a selecção anfitriã, numa partida de qualificação para o Euro 2000. Na terceira jornada do grupo, Portugal e Holanda tinham os mesmos 4 pontos, conseguidos em empates caseiros com a Irlanda (Portugal empatou 1-1 na Luz com os irlandeses, enquanto que a Holanda empatou 2-2 em Amesterdão) e vitórias, respectivamente, na Estónia e em Chipre. No Estádio de Kruip, Portugal realizou uma exibição personalizada, não se atemorizando com o poderio do adversário e com o muito público holandês. Portugal marcou os dois golos que decidiram o jogo na primeira parte, demonstrando uma frieza incrível. Sérgio Conceição, num remate cruzado à entrada da área, fez o 0-1 e Pauleta, numa jogada de insistência, no "cair do pano" da primeira metade, fez o 0-2 final. No segundo tempo, A Holanda ainda tentou pressionar, mas a bem organizada defesa portuguesa soube resistir às ofensivas do adversário. Portugal assumia-se como principal candiatado a vencer o grupo, enquanto que a Holanda tinha uma tarefa muito complicada pela frente.


publicado por pjmcs às 15:00
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Portugal discute hoje, com a Holanda, o acesso à grande final do UEFA Euro 2004
Hoje é mais um dia decisivo para o futebol português. Numa partida cuja importância suplanta a de todas as outras que Portugal disputou neste europeu até este momento, a nossa selecção tem oportunidade de fazer história, apurando-se, caso bata a Holanda, pela primeira vez, para a final de uma grande competição internacional. Depois de, em 1966, os "Magriços", liderados pelo "Rei" Eusébio da Silva Ferreira, terem estado a um passo de se qualificarem para a final do Campeonato do Mundo (perderam com a equipa organizadora, a Inglaterra, por 2-1 em Wembley) e de, em 1984 e em 2000, Portugal ter sido eliminado pela França nas meias-finais dos europeus desses dois anos, em ambas as ocasiões, em dois jogos dramáticos e que só foram resolvidos no prolongamento. Em 1984, em Marselha (França), a "Selecção das Quinas" esteve a perder por 1-0, tendo conseguido o golo do empate por Jordão, já na segunda parte. No prolongamento, Portugal ainda fez o 1-2, outra vez por Jordão, após um grande trabalho de Chalana na direita. No entanto, na segunda metade, os gauleses viraram o resultado, ganhando por 3-2. Em 2000, Portugal fez uma carreira totalmente vitoriosa (3-2 à Inglaterra, 1-0 à Roménia e 2-0 à Turquia) até ao encontro nas meias-finais. Aí, os lusos até se adiantaram no marcador, com um grande golo apontado por Nuno Gomes. Todavia, na segunda parte, a França empatou por intermédio de Henry e, na segunda metade do prolongamento, o árbitro assinalou grande penalidade a favor da selecção campeã mundial da altura, cometida por Abel Xavier (o árbitro considerou que o lateral-direito colocou propositadamente a sua mão esquerda na bola), numa decisão que ainda provoca polémica. Zidane não se fez rogado e marcou o 2-1, terminando de imediato a partida, uma vez que vigorava o "Golo de Ouro" no prolongamento. Hoje, Portugal vai defrontar a Holanda, que deverá alinhar com a seguinte equipa: van der Sar; Reiziger, Stam, Bouma, van Bronckhorst; Seedorf, Cocu, Davids; Overmars, van Nistelrooy, Robben. Portugal, para conseguir a vitória, deverá ser uma equipa pressionante no ataque (tal como fez nos jogos com a Espanha e a Inglaterra), procurando assumir o controlo do jogo, fazendo uma circulação rápida da bola no meio-campo adversário, apostando na criatividade e velocidade de Deco (terá de "fugir" à marcação de Cocu) e dos dois extremos, Ronaldo e Figo, para colocar o esférico no ponta-de-lança (provavelmente será Pauleta, mas Nuno Gomes ou Postiga também têm hipóteses de serem titulares). Costinha e Maniche têm a função de ganhar a luta no meio-campo a Seedorf e Davids, Ricardo Carvalho e Jorge Andrade têm de estar sempre atentos ao poderoso avançado van Nistelrooy, Miguel terá de procurar anular o explosivo Robben (por onde passa quase todo o jogo ofensivo dos "laranjas") e, ao mesmo tempo, apoiar o lado direito do ataque, sendo que Nuno Valente terá função semelhante no outro flanco, "vigiando" o perigoso Overmars. A Ricardo compete manter a segurança que têm patenteado neste Euro 2004. O país está todo com a selecção neste momento fulcral, porém, mesmo que esta falhe frente à Holanda, a imagem deixada neste torneio já foi extremamente positiva. Esperemos, pois, que Portugal tenha, no próximo domingo, um jogo ainda mais importante que o de hoje. FORÇA PORTUGAL!!!


publicado por pjmcs às 14:28
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Segunda-feira, 28 de Junho de 2004
SAD Boavisteira desmente notícia de ontem do "Record"
A Administração da Boavista Futebol Clube, Futebol SAD veio, em comunicado no Site Oficial do BFC, desmentir categoricamente a notícia publicada ontem no "Record", que continha uma entrevista com Luiz Cláudio, na qual o avançado brasileiro afirmava que tinha salários em atraso. Aliás, a SAD "axadrezada" acrescenta que o futebolista em questão telefonou aos responsáveis da mesma, negando ter prestado declarações naqueles termos.


publicado por pjmcs às 18:56
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Não há bilhetes à venda para o Portugal X Holanda
A FPF, em comunicado no seu site oficial, informou que os bilhetes destinados à FPF para este jogo já vendidos, na sua totalidade, através da Internet. A FPF procurou ainda que a Sociedade Euro 2004 lhe disponibilizasse mais bilhetes, mas tal facto não foi possível.


publicado por pjmcs às 18:41
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Quadro dos últimos encontros do UEFA Euro 2004 e respectivos árbitros

Numa altura em que o Euro 2004 se está a aproximar da sua fase decisiva só restam 4 equipas em prova e faltam disputar apenas 3 encontros. Eis o quadro completo dos encontros das meias-finais e da final:


Meias-finais:


Jogo 1 - 4.ª feira - dia 30 de Junho: Portugal X Holanda - Estádio José Alvalade, em Lisboa - árbitro: Anders Frisk (Suécia)


Jogo 2 - 5.ª feira -  dia 1 de Julho: Grécia X República Checa - Estádio do Dragão, no Porto - árbitro: Pierluigi Collina (Itália)


Final:


Domingo - dia 4 de Julho: vencedor do Jogo 1 X vencedor do Jogo 2 - Estádio da Luz, em Lisboa - árbitro: Markus Merk (Alemanha)


Nota: Estas 3 partidas disputar-se-ão todas pelas 19h 45min e serão transmitidas em directo pela RTP 1.


 



publicado por pjmcs às 12:02
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República Checa é o último semi-finalista deste Euro 2004
A selecção checa garantiu ontem o apuramento para as meias-finais do Euro 2004, em que vai defrontar a Grécia, na próxima 5.ª feira (dia 1 de Julho). Num Estádio do Dragão (onde, precisamente, se vai jogar o Grécia X República Checa) com alguns lugares vazios, a Dinamarca entrou melhor na partida, superiorizando-se no centro do terreno. De facto, Morten Olsen colocou a equipa em campo sem um ponta-de-lança fixo (nem Sand nem Madsen foram titulares), sendo Tomasson a referência no centro do ataque, reforçando o meio-campo com Claus Jensen a juntar-se a Gravesen (com a função de organizador de jogo) e a Poulsen. Deste modo, a República Checa teve de recorrer a um estilo de jogo mais directo, solicitando a velocidade de Poborsky e Baros e o forte jogo aéreo de Koller. Por seu lado, a equipa escandinava, não obstante o seu domínio do encontro, apresentava pouca criatividade no ataque, jogando practicamente apenas pelo lado-esquerdo, onde se encontra Gronkaer, apoiado pelo lateral Bogelund, enquanto que, no lado esquerdo, Jorgensen estava claramente desinspirado. Percebe-se, assim, como é que se chegou ao intervalo com um nulo, que era justo, devido à ausência de oportunidades de golo para as duas equipas. Na segunda parte, logo aos 49min, na sequência de um canto, na direita do ataque checo, apontado por Poborsky, Koller cabeceou com sucesso para a baliza de Sorensen, inaugurando o marcador. Face ao tento sofrido, a Dinamarca deorganizou-se e concedeu mais espaços no seu meio-campo. Desse facto tirou proveito a República Checa, que, em dois minutos, entre os 62min e os 64min, "matou" o jogo com dois golos de Milan Baros (já lidera isolado a lista dos melhores marcados do torneio, com 5 tentos averbados): o primeiro após uma excelente abertura de Karel Poborsky, que desmarcou o avançado do Liverpool, o qual fez um belo chapéu a Sorensen, e o segundo depois de um passe de Pavel Nedved a Baros, que entrou na grande área adversária e executou um forte remate com o pé esquerdo. Morten Olsen tentou responder ao substituir Claus Jensen por Madsen e a verdade é que a formação nórdica, apesar da sua quebra anímica, podia ter chegado, pelo menos, ao golo de honra, por duas vezes, através de Madsen, que, nessas duas ocasiões, dentro da grande área checa, perante Cech, cabeceou por cima da barra. Karel Brueckner retirou Milan Baros, colocando o médio Marek Heinz, para segurar o jogo e evitar surpresas desagradáveis para a formação checa, enquanto que o seleccionador dinamarquês fez entrar Rommedahl e Lovenkrands para os lugares de, respectivamente, Gronkaer e Jorgensen, numa tentativa de refrescar o ataque. O 3-0 final acaba por ser demasiado pesado para uma Dinamarca que deixou uma boa imagem nesta competição. Por seu lado, a República Checa afirma-se, cada vez mais, como candidata ao título europeu, possuindo jogadores como Poborsky ("renasceu" neste europeu), Nedved (um dos melhores médios criativos do mundo), Rosicky (os seus rasgos individuais podem decidir uma partida), Koller (alto e possante; é, por isso, quase imbatível no jogo aéreo) e, claro, o melhor marcador do Euro 2004, Milan Baros (é um avançado completo: é rápido, tecnicista e detentor de um forte remate com ambos os pés).


publicado por pjmcs às 08:47
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Domingo, 27 de Junho de 2004
Jogo do dia: República Checa X Dinamarca
É hoje que vai apurar o último semi-finalista deste Euro 2004. No Estádio do Dragão, República Checa e Dinamarca vão discutir quem vai defrontar a Grécia no dia 1 de Julho, nesse mesmo estádio, em jogo a contar para as meias-finais. O encontro de hoje vai opor as duas equipas, juntamente com Portugal, que têm praticado melhor futebol neste europeu. A República Checa, à partida favorita para vencer a Dinamarca, vai apresentar o seu habitual estilo de jogo, baseado numa rápida circulação de bola, recorrendo à capacidade técnica de jogadores como Poborsky (este Euro 2004 marca o regresso do extremo-direito às grandes exibições), Nedved (é o "cérebro" de todo o jogo checo, joga descaído para esquerda), Rosicky (tem jogado mais recuado, mas pode sempre, num resgo individual, resolver um encontro) e Milan Baros (tem feito grandes partidas como segundo ponta-de-lança) e ao poder físico do "gigante" Jan Koller. Além disso, a República Checa possui também um guarda-redes de grande qualidade, Petr Cech, um médio-defensivo que garante a sustenção do meio-campo, Galasek, e um lateral-esquerdo extremamente ofensivo, Jankulovski. Por seu turno, a Dinamarca também gosta de circular o esférico no meio-campo adversário, apostando na capacidade de luta dos seus dois médios, Gravesen e Poulsen ou Daniel Jensen, jogando pelas alas, onde se encontram normalmente Gronkaer e Rommedahl ou Jorgensen, de modo a colocar a bola na frente, onde se encontra o criativo Tomasson e o ponta-de-lança (que tem sido Sand, mas hoje pode ser substuído Madsen). A defesa é o sector em que a Dinamarca é mais forte, apostando na mobilidade e no bom jogo de cabeça dos dois centrais, Laursen e Henriksen, apresentando laterais de grande qualidade que sabem defender e atacar: o experiente Helveg na direita e Niclas Jensen na esquerda, que, no entanto, não pode disputar o jogo de hoje (está lesionado), sendo substituído, provavelmente, por Bogelund.


publicado por pjmcs às 15:46
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É a Holanda!!!
Portugal soube ontem à noite que vai defrontar a Holanda nas meias-finais do Euro 2004, na próxima 4.ª feira (dia 30 de Junho), pelas 19h 45min, no Estádio José Alvalade, em Lisboa. Num encontro que se previa mais espectacular, suecos e holandeses entraram em campo retraídos, jogando na expectativa. Enquanto a Suécia apostava no seu habitual estilo de jogo, fazendo lançamentos longos desde o seu sector mais recuado a solicitar a veolocidade de Larsson, Ibrahimovic e Ljungberg, a Holanda, superior no meio-campo, jogando sem um verdadeiro organizador de jogo (Seedorf tentava cumprir essa função), procurava colocar o esférico directamente nos seus dois extremos, Robben (consegue criar imensas dificuldades a qualquer lateral; este europeu está a confirmar o seu grande potencial) e van der Meyde, apoiados pelos laterais, van Brockhorst e Reiziger, de modo a poder servir o poderoso ponta-de-lança, van Nistelrooy. Para fazer face à dupla de avançados suecos, extremamente móvel, Dick Advocaat fez recuar Cocu para terceiro central, fazendo companhia a Stam e Frank de Boer (que, a meio do primeiro tempo, lesionou-se, sendo rendido por Bouma). Deste modo, a Holanda apresentava-se num 3-4-3 com van Bronckhorst e Reiziger mais adiantados no terreno. A Suécia também se apresentava num 3-4-3, com 3 poderosos centrais, um meio-campo musculado e o "terrível" tridente ofensivo. Na segunda parte, a partida foi mais interessante com a Holanda a subir no terreno, tentando criar perigo, solicitando van Nistelrooy. A subida da "laranja mecânica" foi aproveitada pela Suécia, que, em contra-ataque, conseguia chegar mais facilmente à grande área adversária. Advocaat, aos 60min, substituía Davids por Heitinga (alteração não muito bem aceite pelos adeptos holandeses), numa tentativa de dar maior clarividência e frieza ao meio-campo, adiantando Cocu e recuando Heitinga para terceiro central (mais descaído para direita), passando Stam para líbero. Dois minutos depois a dupla de treniadores sueca respondeu, retirando Jonson, entrando Wilhelmsson, para fornecer mais explosividade ao lado esquerdo do meio-campo "amarelo". O jogo continuou numa toada ofensiva, com oportunidades de golo para os dois lados, mas o nulo continuava a prevalecer. Já a pensar, possivelmente, no prolongamento, o seleccionador holandês trocou van der Meyde por Makaay, passando a Holanda a jogar num 4-4-2, com Cocu e Heitinga no meio-campo, Seedorf na direita e van Nistelrooy e Makaay com dupla de pontas-de-lança. Na Suécia, em termos tácticos não se alterava, entrando Kallstrom para o lugar de Anders Svensson, para refrescar o meio-campo. Terminava o tempo regulamentar com um empate justo, mas no qual faltavam os merecidos golos para ambas as selecções. O prolongamento já foi mais emociante, com destaque, na primeira parte, para um remate de Robben que Isaksson defendeu de forma deficiente, enviando a bola ao poste. Na segunda metade, apesar da maior pressão holandesa, a Suécia esteve mais perto do golo, uma vez que, aos 22min, Larsson rematou, à meia-volta, à barra e, 3 minutos depois, Ljunberg (grande exibição) enviou a bola ao poste. Na marcação de grandes penalidades, a questão só se resolveu na 6.ª série: na série inicial de 5 penalties, Ibrahimovic rematou por cima (3.ª grande penalidade sueca), enquanto que Cocu rematou ao poste direito da baliza defendida por Isaksson (4.ª grande penalidade holandesa); Kallstrom, Larsson, Ljunberg e Wilhelmsson marcaram para a Suécia, van Nistelrooy, Heitinga, Reiziger e Makaay converteram para a Holanda. Na 6.ª grande penalidade, Mellberg atirou para o lado esquerdo de van der Sar, que conseguiu travar o remate do jogador do Aston Villa. Robben tinha no seu pé esquerdo a possibilidade de apurar a Holanda para as meias-finais e não falhou. Este desfecho acabou por não ser injusto, mas também não o seria se a Suécia tivesse passado. A selecção sueca sai do Euro 2004 de "cabeça erguida", enquanto que a Holanda conseguiu silenciar as críticas que se faziam ouvir antes deste torneio, discutindo com a nossa selecção, na 4.ª feira, o acesso à final desta competição, num jogo que se prevê emociante e complicado para as duas equipas.


publicado por pjmcs às 15:17
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Sábado, 26 de Junho de 2004
Jogo do dia: Suécia X Holanda
É hoje que se vai saber qual o adversário de Portugal nas meias-finais do Euro 2004. No Estádio do Algarve, Suécia e Holanda vão defrontar-se num jogo que se prevê espectacular. De um lado, a Suécia apresenta um trio atacante de luxo, constituído por Larsson, Ljungberg e Ibrahimovic, que, face à sua velocidade e capacidade técnica, pode criar dificuldades a qualquer defesa. No entanto, é de registar a ausência do ofensivo lateral-esquerdo Edman. No outro lado, aparece um Holanda que ainda não conveceu que tem em Davids e Seedorf jogadores lutadores e capazes de lançar as jogadas de ataque. Num futebol mais tecnicista mas menos rápido que o sueco, a Holanda gasta de jogar pelos dois flancos, servindo-se do poder de finta de Robben (atenção a este jogador) e de Andy van der Meyde para colocar a bola na grande área adversária, onde Ruud van Nistelrooy não costuma perdoar...


publicado por pjmcs às 11:41
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